Summer in white

“…white creates a strange dreamscape that color never can.” – Jack Antonoff

O branco está para a praia como o vestido preto está para a noite. Não compromete. Aliás, o único compromisso que o branco exige é um pacto com o prazer de não fazer nada. E-mails desligados, um livro na mala, sal no cabelo e areia nos pés. São os quatro mandamentos do compromisso do branco.

Durante esta última semana estive numa relação séria com todas estas condições, mesmo quando não usava a cor do pacto. Mas, de facto há qualquer coisa de effortless no branco. A cor da paz é também a cor da vida boémia, que todos ansiamos durante as horas de trabalho. Pele bronzeada, Fato de banho cor de nada, para desligar a mente e pisar as praias de Malta com a mesma confiança de quem veste um little black dress quando a lua troca de turno com o sol.

Portanto, se o destino é um lugar exótico há uma cor que vai ser predominante na minha mala, branco. E há um lugar onde eu a vou procurar, no El Corte Inglés.

Tenho vestido: Fato de Banho ÉNFASIS; Túnica ÉNFASIS BLACK; Mala EASY WEAR


White is to the beach like the black dress is to the night. It’s just right. And it requires some kind of commitment. It requires a pact with the pleasure of doing nothing. Get that out of the office notification in your email, a book in your beach bag, salt all over your hair and sand on the feet. These are the four commandments of the white commitment.

During this last week I was in a serious relationship with all these conditions, even when I wasn’t wearing the color. But there’s something so effortless about white. The color of peace is also the color of the bohemian life, which we all yearn for during our working hours. Tanned skin, white bathing suit, and a offline mind while you enjoy the beaches of Malta with the same confidence as you wear that little black dress when the moon changes shifts with the sun.

So if the destination is an exotic place there’s a color that will predominate in my suitcase, white. And there’s a place where I will look for it, El Corte Inglés.

I’m wearing: swimsuit ÉNFASIS; tunic ÉNFASIS BLACK; beach bag EASY WEAR

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You ride, I ride!

“Sure, give me an adventure and I’ll ride it.” – Melissa Auf der Maur

Se tivesse nascido em Amsterdão este provavelmente seria o meu meio de transporte por excelência. Mas as minhas raízes estão no sul da europa, onde as ruas não têm medo de se inclinar, mas eu também não tenho medo de as subir. Pois é! No sul da Europa, para pôr esta bicicleta na praia só tive de descer uma rua, que consequentemente acabei por subir, sem o mesmo glamour (claro!) mas com a mesma vaidade, em cima desta bicicleta verde, que a determinada altura carreguei pelos braços, quando as minhas pernas, exaustas, já ansiavam um momento glorioso estendidas algures onde as pudesse pousar.

É verdade que este não será provavelmente o meu meio de transporte para todo o lado, mas vontade não me falta. E para tudo o resto é uma ótima aliada! Os dias bons não vão acabar, este é só o início! O Verão promete fins de tarde com céus coloridos, perfeitos para um passeio de bicicleta à beira mar. E estas palavras juntas têm tanto de clichê quanto de agradável. Quão maravilhoso é descer a rua em cima da bicicleta em direção ao mar, para dar um passeio enquanto o céu se enche de cores? Vemo-nos amanhã às 19h?

E já que acabo de fazer uma declaração de amor à minha bicicleta o mínimo é dizer-vos onde a fui desencantar, no El Corte Inglés. Mas como o mínimo não basta, porque vocês merecem mais, quero dizer-vos também, que está a decorrer no El Corte Inglés uma campanha de financiamento na compra de uma bicicleta (com alguns modelos disponíveis).  Além do financiamento esta campanha oferece ainda 10% do valor da compra para ser utilizado em futuras compras no El Corte Inglés (em vigor só até 26 de Maio!) Já agora, vou deixar-vos um link com um voucher para um passeio na marginal – aqui está ele: Vale um bilhete para um final de tarde em paz.

Tenho vestido: Macacão Woman Limited El Corte Inglés.

*Em parceria remunerada com El Corte Inglés.


If I had been born in Amsterdam this would probably be my every day transportation. But my roots are in the south of Europe, where the streets are not afraid to ride up and I’m not afraid to ride them up either. In the south of Europe, to get this bike to the beach, all I had to do was to go down the street, which I eventually had to ride up, not with the same glamor (of course!), but with the same vanity, on top of my green bike, which at a certain point I had to push with my arms, when my exhausted legs, yearned for a glorious moment stretched out somewhere where I could rest them.

I probably won’t be able to ride my bike everywhere, but oh man I wish I could. And it will serve its purpose very well when we meet for long rides. Good days won’t go away, this is just the beginning! Summer brings promises of late afternoons with colorful skies, perfect for a seaside bike ride. And these words together are just as cliché as pleasant. How wonderful is it to go down the road towards the sea, on the top of your bicycle, to take a ride while the sky gets filled with colors? See you tomorrow at 7:00 p.m.?

And since I just told you all this beautiful things about my bike the least I can do is letting you know where I found it, which was in El Corte Inglés. Here’s a link with a voucher for a ride on the waterfront – Click here to get your ticket for a late afternoon in peace.

I’m wearing: Jumpsuit Woman Limited El Corte Inglés.

*Sponsored by El Corte Inglés.

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Positano w/ Galaxy S10

“Positano bites deep. It is a dream place that isn’t quite real when you are there and becomes beckoningly real after you have gone.” – John Steinbeck

Positano é um dos lugares mais bonitos onde já estive. O que por um lado facilita o meu trabalho, por outro, acresce a responsabilidade. Capturar a beleza deste paraíso na costa Amalfitana em píxel é um grande desafio. Todas as fotografias foram tiradas com o novo Samsung Galaxy S10, os créditos são todos para o Galaxy, eu só fiz o clique e uma pequena edição, nalgumas fotografias claramente nem o clique!

Mas ainda que estas imagens valham mais do que um milhão de palavras, tenho a certeza que alguns de vocês estão aqui porque precisam de dicas para este paraíso Italiano. Aqui vão elas:

Como chegar a Positano:

– Voar para Nápoles, alugar um carro e aproveitar para conhecer todos os recantos maravilhosos da Costa Amalfitana. Ou apanhar um transfer direto para o hotel se o objetivo for ir só mesmo a Positano. Esta viagem de carro demora aproximadamente 90m.

– Se a partida for de Roma, há um comboio rápido para Nápoles. Demora pouco mais de uma hora. O ideal é marcar com o hotel previamente um transfer para fazer a viagem Nápoles – Positano. Demora aproximadamente 90m.

Onde ficar:

Hotel Villa Gabrisa, junior suite.

Onde almoçar:

Ristorante Bruno e La Gambusa

Onde Jantar:

Saraceno d’oro (Melhor pizza de sempre!)

De perder a cabeça:

The San Pietro

Fiz esta viagem com a Bárbara Inês em Março de 2019, portanto apanhamos muitos hotéis e restaurantes fechados. Tivemos a sorte de apanhar ótimo tempo, fizemos praia e comemos super bem todos os dias. Mas a maior parte dos hotéis e restaurantes só abrem em Abril. Não foi um problema para nós porque tivemos uma experiência maravilhosa. Mas quero muito voltar!


Positano is probably one of the most beautiful places I’ve ever been. What makes my job easier on the one hand, on the other, the responsibility is huge. Capturing the beauty of this paradise on the Amalfi coast in pixel is a great challenge. All pictures were taken with the new Samsung Galaxy S10, credits are all for the Galaxy, I just clicked and edited a bit. In some pictures not even the click!

Even though these pictures are worth more than a million words, I’m sure some of you have are here because you need tips for this Italian paradise. So here they are:

How to get to Positano:

– Fly to Naples, rent a car and get to know all the wonderful corners of the Amalfi Coast. Or take a direct transfer to the hotel if you just want to go to Positano. This car trip takes approximately 90m.

If the departure is from Rome, there’s a fast train to Naples. It takes just over an hour. Ideally, check with the hotel beforehand to arrange your a trip from Naples to Positano. It takes approximately 90m.

Where to stay:

Hotel Villa Gabrisa, junior suite.

Have lunch at:

Ristorante Bruno and La Gambusa

Have dinner at:

Saraceno d’oro (Best pizza ever!)

To die for:

The San Pietro

I made this trip with Barbara Inês in March 2019, so some hotels and restaurants were closed. We got lucky the weather was amazing, we got to go to the beach and get a tan. Also the food was great pretty much everywhere. But most hotels and restaurants only open in April. It wasn’t a problem for us because we had a wonderful experience anyway. But I really want to go back!

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The paradox of classic-edgy

“What you wear is how you present yourself to the world, especially today, when human contacts are so quick. Fashion is instant language.” —Miuccia Prada

A melhor forma de definir o significado deste título é com um nome, Julie Pelipas, diretora da Vogue Ucrânia. Que em meados do ano passado apareceu numa fotografia de street style com uns oversized white jeans (I meeean OVERSIZED) e um body beje sem costas. O que parece até um look bem clássico quando assim descrito. Mas é mais do que isso! Se não viram este look, ou se não se lembram dele e porventura gostariam de o ver ou rever, escrevam no vosso motor de buscar: Julie Pelipas. Este look aparece repetidamente porque é de facto brilhante.

E não estou a ser pretensiosa, de todo, que acho que a minha tentativa de classic-edgy está próxima da epifania de estilo que a diretora da vogue teve naquela manhã, antes de sair de casa. Estou a km de distância. Mas quando cheguei ao El Corte Inglés a semana passada, para escolher alguns looks das três novas marcas, Woman El Corte Inglés, Woman Limited El Corte Inglés e Lloyd’s, por algum motivo aquela fotografia veio-me à cabeça. Os linhos e as peles em tons neutros são terreno seguro, é verdade! Mas o oversized rapidamente nos leva para uma nova dimensão. E as bermudas são o pico da montanha, pelo menos para mim. Sejamos realistas, o meu edgy passa pouco a linha do clássico. Mas não precisamos de estar todos na linha da frente da corrida da moda. Para mim o estilo e gosto pessoal são os verdadeiros vencedores.

Look 1: (Look total El Corte Inglés): Camisa Woman El Corte Inglés , Bermudas Woman Limited El Corte Inglés

Look 2: (Look total El Corte Inglés) Calças LLOYD’s , Camisa camurça LLOYD’s , t-shirt LLOYD’S

Parceria remunerada com El Corte Inglés.


The best way to define the meaning of this title is with a name, Julie Pelipas, director of Vogue Ukraine. Last year I saw this street style picture of her wearing an oversized pair of white jeans (I meeean OVERSIZED) and a nude bodysuit. What might seem like a quite classic look when described. But it’s way more than that! If you haven’t seen this look yet, or if you don’t remember it and would like to see it, type in your search engine: Julie Pelipas. This look will show up repeatedly because it is indeed brilliant.

And please don’t get me wrong, I’m not being pretentious. I don’t think my classic-edgy attempt gets even close to the style epiphany the vogue director had in that morning. I’m miles away from it. But when I arrived at El Corte Inglés last week to pick some looks from the new brands, Woman El Corte Inglés, Woman Limited El Corte Inglés and Lloyd’s, for some reason Pelipa’s picture came to mind. Linen and suede in neutral tones are safe ground. But the oversized quickly takes us to a new dimension. And the shorts are the mountain’s peak, at least for me. Let’s face it, my classic-edgy is more classic than edgy. But we don’t need to be all in the forefront of the fashion race. For me personal style and taste are the real winners.

Look 1: (Full look El Corte Inglés): Shirt Woman El Corte Inglés , Shorts Woman Limited El Corte Inglés

Look 2: (Full look El Corte Inglés) Pants LLOYD’s , Suede jacket LLOYD’s , t-shirt LLOYD’S

Sponsored by El Corte Inglés.

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OH MY SUNNIES !

“Sometimes all you need is a new perspective.”

Os cenários diferem, Roma, Londres e Positano mas há um elemento em comum em todas estas fotografias. E não, não é o meu ar de felicidade, ainda que também seja uma constante. São os óculos de sol! Pois é, não importa o lugar do mundo, o mood ou o look. Até num típico dia cinzento londrino os meus olhos andam vestidos. E quando eu gosto de uns óculos de sol uso-os até descobrir um novo amor.

Além disso, a opção já é vasta cá em casa, portanto encontrar um par que me encha as medidas nem sempre é fácil. E é precisamente por isso que aqui estou. Para vos dar a conhecer a minha nova ótica de excelência: A GrandOptical que abriu uma nova loja no Braga Parque no mês passado.

Estive lá na abertura e comprovo! O atendimento é atencioso e a oferta está à altura. Na loja podem encontrar marcas desde os clássicos Ray-ban ao novo modelo da Gucci, Dolce & Gabanna, Cartier, Fendi, Miu Miu, Prada entre outros. Mas a nova loja foi só um upgrade da GrandOptical, porque já um pouco por todo o país a marca nos proporcionava uma nova forma de ver a luz do dia. Para mais informações consulta a página oficial GrandOptical, o facebook ou instagram.

Este post foi patrocinado pela GrandOptical.


The scenario might be different, Rome, London or Positano. But there’s one element in common in all these pictures. No, it’s not my happiness, although you can also see it everywhere. It’s the sunglasses! It doesn’t matter where I am in the world, what’s the mood or the outfit, even in a typical gray day in London my eyes will be dressed up. And when I like a pair of sunglasses I use them until I find a new love.

Actually I already have so many pairs of sunglasses, finding a new pair that I really like isn’t always easy. And that’s precisely why I’m writing to you today. To tell you about my favorite optical store: The GrandOptical.

I was just at the opening of the new store in Braga (Portugal) and let me tell you the service is exquisite and they have exactly what I was looking for. In the store you can find brands such as the classic Ray-ban, the new model from Gucci, Dolce & Gabanna, Cartier, Fendi, Miu Miu, Prada among others. But this new store was only an upgrade from GrandOptical. The brand has already been providing us with new sunnies to see the light from a better perspective, in so many stores all over the country and abroad. For more information go to the official page GrandOptical, facebook or instagram.

This post was sponsored by GrandOptical.

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Whatever feels Natural

“Look within yourself, for your power is in your nature – be whatever feels natural.”

A Pandora perguntou-me o que é que me faz sentir mais natural. Aqui está a minha resposta:

Viajar para voltar a casa, uma corrida matinal que acaba num banho quente e um café depois de uma noite bem dormida. Há uma harmonia nestas dicotomias que me traz alguma paz. Encontro-me em casa porque me perco pelo mundo. E corro depois de sair da cama atrás de uma catarse compensadora do meu esforço. Já o café, bem, a cafeína é o meu despertador de criatividade. 

Honestamente todos estes momentos me fazem sentir conectada comigo mesma. Mas a única altura em que tenho de facto tempo e me disponibilizo a refletir sobre o assunto é quando me sento em casa a tomar o meu café, depois de uma dúzia de aventuras.

E foi precisamente a pensar nestes momentos que a Pandora lançou a coleção Spring Garden, numa celebração à auto-confiança e individualidade. Adequada para todas as ocasiões, seja para o clímax da jornada, ou para um momento de reflexão. Há um jardim exótico dentro de nós, que merece ser comemorado e apreciado. O que é que te faz sentir mais natural? 

Post patrocinado por Pandora.


Pandora asked me what makes me feel natural. Here’s my answer:
Coming back home after a trip, a morning jog that ends in a hot bath and a coffee after a good night’s sleep. There’s some kind of harmony in these dichotomies that brings me peace. I find myself at home because I got lost somewhere in the world. And I go for a run after getting out of bed running after a cathartic feeling. About the coffee, well, caffeine wakes up my creativity.
Honestly all these moments make me feel connected to myself. But the only time I really have time to think about it’s when I sit down to enjoy a coffee after a dozen adventures.
And it was precisely thinking about these moments that Pandora launched the Spring Garden collection in a celebration of self-confidence and individuality. Suitable for all occasions, whether it is for the climax of the journey, or for the moment of reflection. There is an exotic garden within us that deserves to be celebrated and appreciated. What about you? What makes you feel natural?

 

Post sponsored by Pandora.

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72 hours in Bangkok

In Bangkok you can have it all. Culture on the streets and glamour somewhere above the clouds, in a rooftop where they say the party is at.

 Bangkok é a miúda free spirit que deixou uma pilha de louça por lavar na noite anterior, que se passeia pela casa de manhã com uma T-shirt de uma banda de rock que não conhece, com restos de maquilhagem nos olhos em forma de amêndoa e um café numa chávena natalícia que recebeu de um secret santa há 4 anos (apropriada para qualquer época do ano, apesar do “Merry Christmas” em letras gigantes). Mas é essa mesma miúda que dançou até de manhã algures num pub numa rua cheia de gente e se esqueceu do tempo. A miúda que pôs um vestido justo para subir ao rooftop de um hotel, mas rapidamente o trocou por uns Jean shorts e uns sneakers para conquistar o andar mais baixo da cidade. A rua, com um milhão de cheiros (não muito agradáveis a maior parte das vezes) cores vibrantes, sorrisos calorosos, tão calorosos quanto os 30° que nos receberam. E não, esta miúda não sou eu, esta miúda é Bangkok. É a analogia mais fidedigna que encontrei para vos descrever esta beleza imperfeita que é Bangkok.       Cá em baixo o caos, a cozinha de rua, um modo de viver completamente diferente daquilo que estamos habituados. Uma cidade muito suja, com níveis de poluição assustadores, mas uma verdadeira urban jungle de cores e inspiração.
E há outra perspectiva desta cidade asiática. Fora das ruas, perto do céu, num lado mais alto da cidade, com uma vista panorâmica para a selva de cores, os rooftops. Onde ao final do dia me perdi num milhão de luzes, num copo de vinho e conversas existenciais. Ainda na mesma realidade, mas nem sempre perto do céu, restaurantes maravilhosos, Michelin stars e outros que o são, só porque sim! Ainda que estejam guardados no segredo dos deuses.
Uma coisa é certa, esta miúda recebeu-nos como ninguém, sempre de sorriso na cara e pronta a ajudar. Nunca me senti insegura, senti-me quase sempre bem-vinda e é um lugar onde quero voltar.

Onde ficar | Where to stay:

Muse Bangkok Hotel: Tranquilo, bem localizado, quartos ótimos, pequeno-almoço ok e uma happy hour num roof top com ótimo ambiente. O meu favorito! |Quiet, good location, great rooms, breakfast was ok. Happy hour on the roof top was fun! My favorite!

Lebua Tower Club: Vale a pena pela vista. | The view is so amazing it makes it worth!

Restaurantes | Restaurants:

Gaggan: Cozinha indiana progressiva, 2 estrelas michelin, número 1 na Ásia pelo quarto ano consecutivo. Éramos 13 sentados num balcão, mais propriamente na mesa do chef, onde partilhamos 25 pratos deliciosos, apresentados num menu de emojis (sim emojis) com pessoas de diferentes nacionalidades. Em cada prato um milhão de sabores, a maior parte completamente fora da zona de conforto do meu palato, mas tudo isto é pouco para descrever a cozinha do famoso Gaggan Anand. A música é escolhida com minúcia, cada prato conta uma história e a determinada altura choveram purpurinas (literalmente!) Apagaram-se as luzes e quando acenderam, a acompanhar o novo prato, um banho de purpurinas. Acho que não preciso de dizer mais nada. |Progressive Indian cuisine, 2 Michelin stars, number 1 in Asia for the fourth consecutive year. There were 13 of us sitting around the counter, the chef’s table. We shared 25 delicious courses, presented in a emojis menu (yes emojis) with people from all over the world. On each dish a million flavors, totally out of the comfort zone of my palate. But this isn’t enough to describe Gaggan Anand’s cuisine. The music was meticulously thought, each course tells a story and eventually there were glittering glitters (literally!) The lights went out and when they turned them back on, so we could see the next course, there was glitter everywhere.  

Bo.lan: Sobre o Bo.lan não vos posso dizer muito porque acabámos por cancelar a nossa reserva. Confesso que tenho alguma pena, mas as críticas eram de facto muito más e era a nossa última noite em Bangkok. Não queria correr o risco de acabar a viagem com uma má experiência. | Unfortunately I can’t tell you much about Bolan because we ended up canceling our reservation. I admit I might regret it a bit, but the reviews were so bad and it was our last night in Bangkok. We didn’t want to end the trip with a bad experience.

Tom Yum Kung: Para almoçar na Khao San Road. | To have lunch in Khao San Road

Ban Chiang: Jantar despretensioso. Para comer um Pad Thai ou um fried rice. |Unpretentious dinner. To eat a Pad Thai or a fried rice.

Vertigo: Rooftop, bom ambiente, vista assombrosa. | Rooftop, cool, the view is amazing.

Gostávamos de ter ido mas não conseguimos | We’d love to go but we couldn’t make it: Jay Fai & Err.

O que fazer | What to do:

Visitar o Damnoen Saduak Floating Market | Visit Damnoen Saduak Floating Market

Ir beber um copo a Khao San Road à noite | Go to Khao San Road for a drink at night.

Fazer uma massagem num spa na rua (Fizemos uma foot massage no Khao San Spa) | Get a foot massage! We went to this place called Khao San Spa, but honestly they all look the same.

Visitar templos (só visitamos o Grand Palace) | Visit the temples (we only went to The Grand Palace)

China Town: Honestamente foi o sítio que menos gostei de Bangkok, muito sujo e muita confusão, mas acho que é obrigatório.|Honestly to me this is the worst place in Bangkok, so dirty and confusing, but I think it’s a must-see anyway.

Beber um copo num rooftop (Lebua ou Vertigo & Moon bar) | Go for a drink in a cool rooftop (Lebua or Vertigo & Moon bar)

Comer Pad Thai, Fried Rice, Sticky Rice com manga e comprar um saco de mangostão na rua. |Have some Pad Thai, Fried Rice, Sticky Rice w/ mango and buy a bag of mangosteen on the street.

          Na última noite, descobrimos um restaurante simpático para jantar. Comemos bem e resolvemos ir uma última vez a Kaoh San road. Numa perpendicular perto da Khao San road descobrimos um artista de rua com promessas de amor para a vida. Todos os quadros têm uma mensagem, “LOVE NEVER DIES”, escrito no canto inferior direito. Apaixonei-me por um quadro, mas o valor que ele pedia era absurdo (bem, pelo menos até aqui, mais à frente percebi que o momento valia cada cêntimo). O meu namorado conseguiu negociar e chegamos a um valor mais consensual, mas acabamos por decidir que não queríamos o quadro. Fomos embora e eu senti-me desolada por não o trazer. Andamos 500m e eu disse “vou voltar para trás, vou buscar o quadro”. Voltámos, estava a dar a minha música favorita, La Vie En Rose da Edit Piaf (I’m such a cliche, I know). Renegociámos e ele aceitou, virou o quadro ao contrário (o quadro que é um pedaço de tecido) e pegou numa caneta. Pensei que fosse assinar o quadro mas não demorei a perceber que ele me estava a desenhar, olhava para mim e fazia qualquer coisa, voltava a por os olhos em mim para continuar a desenhar. É claro que ele não me desenhou como eu me imagino, desenhou um boneco que parecia feito por uma criança de 6 anos, com uma coroa na cabeça a dançar em cima do banco (oh man! Did you just see right through my soul?!) e quando acabou desenhou o meu namorado ao meu lado. Perguntou os nossos nomes para escrever por cima, assinou e deu-nos exatamente aquilo que precisávamos naquele momento, sem saber. Acabei por lhe dar o valor que ele tinha pedido antes de virarmos costas.


Bangkok is that free spirited girl that left a pile of dishes in the sink last night. The girl that strolls around the house every morning wearing a T-shirt from a rock band she doesn’t know, with some make-up remnants around her almond-shaped eyes. Drinking her coffee in a xmas mug she got from a secret santa 4 years ago, but still finds it appropriate for any time of year, even if it says “Merry Christmas.
But it’s that same girl that danced until morning somewhere in a pub in a crowded street and forgot about time. The girl who put on her best dress to go to the party in the rooftop of a hotel, but quickly changed it for a pair of Jean shorts and sneakers to conquer the lower floor of the city. The street, with millions of different smells (not very pleasant most of the time) vibrant colors, warm smiles, as warm as those 30 ° you can feel in the air. No, this girl isn’t me, this girl is Bangkok. It’s the best analogy I found to describe Bangkok’s imperfect beauty. On the streets the chaos, the street food, a way of living completely different from what we are used to. A dirty city, scary levels of pollution, but a real urban jungle of color and inspiration.
And there’s a different perspective of this Asian city. Off the streets, above the clouds, on a higher side of the city, with a panoramic view to the jungle of colors, the rooftops. Where at the end of the day I lost myself in a million lights, a glass of wine and existential conversations. Still in the same reality, but not always so close to the sky, wonderful restaurants, Michelin stars and others that are kept in the secret of the gods, but are just as good.
No doubt this girl received us like no one, always with a smile on her face and ready to help. I never felt insecure and felt very welcome most of the time. Hope to see you again, Bangkok.

On our last night in the city we found this cute restaurant to have dinner. Food was great and afterwards we decided to go one last time to Kaoh San Road. On a perpendicular road near Khao San road we discovered a street artist making love promises. All paintings had a message, “LOVE NEVER DIES”, written in the lower right corner. I fell in love with one of his paintings, but it was too expensive (Later I realized that the moment was worth every cent). My boyfriend managed to negotiate and we came to a more consensual value, but we ended up deciding that we didn’t want the painting. So we left, and I felt desolate for not bringing it. We walked 500m and I said “I’m going back, I’m getting the painting”. We went back, my favorite song was on, La Vie En Rose from Edit Piaf (I’m such a cliche, I know). We renegotiated and he accepted, turned the painting upside down, and grabbed a pen. I thought he was about to sign the painting, but I soon realized that he was drawing me, he’d look at me and then back to the painting. Of course he didn’t draw me as I imagine myself, he drew a doll that looked like a 6-year-old kid, with a crown on its head dancing over a bench (oh man! Did you just see right through my soul ?! ) and when he finished drawing me, he drew my boyfriend by my side. He asked for our names to write over our drawings, signed and gave us exactly what we needed in that moment. I ended up giving him the amount he had asked for before.

 

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