Anita Goes to Amsterdam-Day1

IMG_3421-1.JPG
IMG_3420-0.JPG
IMG_3419-3.JPG
IMG_3434-2.JPG
IMG_3430-0.JPG
IMG_3431-1.JPG
IMG_3433-1.JPG
IMG_3422.JPG
IMG_3429-0.JPG
IMG_3428.JPG
IMG_3435-0.JPG
IMG_3423-0.JPG
IMG_3424-0.JPG
IMG_3432-2.JPG
IMG_3444-1.PNG

Estava curiosa para conhecer a “cidade do pecado” mas longe de saber que me inspiraria de uma forma tão inesquecível. Amesterdão é uma cidade absolutamente despida de preconceitos mas com uma elegância soberba.

Na primeira noite o meu espírito entusiasta e infantil levou-me até à RED LIGHT, inundada de curiosidade, bem acompanhada, passeei durante horas no meio do atrevimento das janelas do pecado. Não é, de todo, o meu lugar preferido, nem o que me levou a visitar Amsterdão, mas achei que devia viver esta experiência. ✔️

Na manhã seguinte (16.10.2014) estava decidida a ir visitar o museu da Anne Frank, contudo, para ir ao museu tinha de ficar três horas numa fila, como só tinha 3 dias para conhecer a cidade optei por não ir, com muita pena minha.
Mas enquanto procurava a Anne Frank tive um daqueles “serendipity moments” e passei por um daqueles lugares que prometem enraizar-se na memória para sempre, Jordaan.

Dividido por canais, envolto numa série de casas típicas que respiram história, onde há mais bicicletas do que carros, as pessoas andam num frenesim que respira vida e ao final da tarde bebem copos com os amigos nas esplanadas. Há galerias de arte em cada esquina e em cada esquina há um artista pronto para deixar história neste pequeno bairro.
O que eu mais gostei em Amsterdão, no geral, foram as casas com grandes janelas sem cortinas, sem pudor, que mostram, em jeito de filme, pequenas histórias vividas em lugares que são verdadeiras obras de arte, com decorações que respiram bom gosto.

Jordaan é o bairro mais popular de Amesterdão, este oásis dos artistas foi construído e ocupado durante o século XVII por uma classe de trabalhadores e imigrantes. Mais tarde, já no século XX, a câmara da cidade pretendia demolir todas as casas velhas e reconstruir o bairro com prédios. Foram feitos vários protestos e, eventualmente, a solução foi restaurar o bairro sem modificar a sua estrutura, de modo a preservar a história que este acarreta. Jovens estudantes e artistas mudaram-se para este lugar que viria a transformar-se no distrito mais famoso de Amsterdão. Lugar este que transpira uma paz invulgar, tão despretensioso quanto bonito, onde a história se mistura com o moderno para se tornar um dos lugares mais agradáveis para viver no mundo.
(A história continua… Anita Goes to Amesterdam – Day 2)

Tenho vestido:
Casaco, calças, botas e mala: zara
Camisa: westvalley
Óculos de sol: ray ban clubmaster


I was very excited to go to the “sin city” but far from knowing it would inspire me in such a memorable way. Amsterdam is absolutely devoid of prejudices but it has a superb elegance.

On the first night my enthusiastic and childlike spirit led me to the RED LIGHT, full of curiosity, in good company, I walked for hours in the middle of the windows of sin. This wasn’t at all my favorite place, neither what made me come to visit Amsterdam, but I had to live this experience. ✔️

The next morning (16/10/2014) all I wanted to do was to go visit the Anne Frank museum, however, to go to the museum I had to spend three hours in a row, and I only had three days to explore the city so I chose not to go, although I really wanted to.
But while searching for Anne Frank I had one of those “serendipity moments” and went through one of those places that promise to stick to the memory forever, Jordaan.

Divided by canals, surrounded by typical houses that breathe history where there are more bikes than cars, people rush in a frenzy and late in the afternoon they go for a drink with friends. There are art galleries on every corner and in every corner there is an artist ready to make history in this small neighborhood.
What I liked most about Amsterdam were the houses with large windows without curtains, that way you can see people living their lifes in places that are works of art, with tasteful decorations.

Jordaan is the most popular neighborhood in Amsterdam. This artist’s oasis was built and occupied during the seventeenth century by a class of workers and immigrants. Later in the twentieth century, the city council wanted to demolish all the old houses and rebuild the neighborhood with buildings. Several protests were made and eventually the solution was to restore the neighborhood without modifying its structure in order to preserve its history. Young students and artists moved into this place that later would become the most famous district of Amsterdam. The neighborhood exudes an unusual peace, it’s as modest as it is beautiful. History blends with the modern and that’s what makes the district one of the nicest places to live in the world.
(To be continued … Anita Goes to Amsterdam – Day 2)

Wearing:
Coat, jeans, bag & boots: zara
Sunglasses: ray ban clubmaster
Shirt: westvalley

Standard

5 thoughts on “Anita Goes to Amsterdam-Day1

  1. Pingback: Anita goes back to Amsterdam | Anita & The Blog

  2. Pingback: Amsterdam 2016 | Anita & The Blog

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s