Mallorca travel guide

O charme do Mediterrâneo é tão arrebatador que chega a ser presunçoso! Um tom de azul seria mais do que suficiente, mas o Mediterrâneo tem aquela ambição Europeia de se aproximar mais de uma obra de arte, do que de um simples paraíso. Nos lugares mais mágicos e pitorescos, Mallorca conserva aquilo que a natureza lhe deu e não se incomoda a mudar a mobília. Aquela típica arrogância de quem sabe o que está a fazer. Não é por mal. É charme.

Mallorca,

A arquitetura tem tanto de deslumbrante como de despretensioso, em Deià as casas erguem-se pela montanha. É uma espécie de Santorini Espanhol, uma pintura muito diferente, mas igualmente deslumbrante. E o silêncio das ruas de Deià, debaixo do calor de Agosto, esse Santorini há muito que o há-de ter perdido.

No norte da ilha, Pollença, a nossa nova morada por três dias. Ficámos num hotel no centro, Can Auli. Um pequeno hotel, bem localizado, confortável e com petiscos deliciosos. Aconselharam-nos a jantar no Q11, na praça principal. Foi o ideal para provar um bocadinho da vida de Pollença. Ótimo ambiente, boa comida e uma lufada de ar fresco depois da era covid.

Can Auli Luxury Retreat Pollença, Mallorca

No terceiro dia o GPS dizia Puerto de Soller. Não tem a tranquilidade de Deià, nem o charme de Pollença, na minha opinião. Mas acredito que seja a comparação que o faz perder. É um lugar muito bonito, onde comemos muito bem! Recomendo a passagem e um jantar no magnífico Cap Roig.

Cap Roig Brasserie
Puerto de Soller

Guardámos o melhor para o fim, Deià. Ficar hospedada no Belmond La Residencia e jantar no restaurante El Olivo, é coisa de Bucket List. É a casa da avó, mas não é uma avó qualquer. É uma senhora que coleciona arte e gosta de festas tipo Gatsby. O Gatsby espanhol, versão “grannie”. Esta avó não existe claro, mas eu não consigo parar de imaginá-la. A grandiosidade da envolvente e o serviço exímio, contrastam com a simplicidade da experiência. O luxo é quase imperceptível. Está na paisagem assombrosa, nos ingredientes frescos e deliciosos e em peças de arte espalhadas pelo hotel, camufladas num ambiente familiar. O foco está realmente nas coisas simples e importantes. Fizeram-nos sentir em casa. E que casa!

El Olivo, Belmond La Residencia

El Olivo

Onde Ficar / Where to stay:

Pollença – Can Auli Luxury Reatreat

Puerto de Soller:

Marcámos a viagem com pouca antecedências e ficámos no Hotel Bikini Island and mountain, que é muito bem localizado e a relação preço-qualidade é justa. Mas se estiverem dispostos a gastar mais um bocadinho e se estiver disponível, acredito que o Jumeirah Port Soller será uma melhor opção.

We booked the trip on the last minute so we ended up staying at the Bikini Island & Mountain Hotel. Amazing location and good price/quality. But if you are ok with spending a bit more and if you find availability, I think Jumeirah Port Soller is a better option.

Deià

Belmond, La Residencia

Localização que perdemos e queremos voltar para conhecer // Location we missed and we’d love to come back to visit: Valldemossa

Restaurantes/ Restaurants:

El Olivo (Deià); Es Raro des Teix (Deià); Ca’s Potro March (Deià at the beach)

Q11 (Pollença); 365 (Pollença)

Cap Roig (Soller) Can Ribes (Soller) Ses Oliveres (Soller)

Beach:

Formentor; Deià; Cala Llombards, Cala des Moro (don’t go there in August!); Cala Agulla, Cala Mondragó; Cala Figuera.

This post will be translated asap.

Um voto de tolerância.

Olá! O meu nome é Anita da Costa e sou criadora de conteúdos, ou influencer, o que lhe quiserem chamar. Faço parte dessa classe “ignorante” e “fútil”, como tenho lido. Exatamente, sou uma daquelas pessoas que viu uma oportunidade de negócio online e aproveitou. Mas esta não é uma mensagem de self-pity, até porque não há motivos para tal, vamos ao que importa.

Hoje fui votar. Os apelos que fiz ao voto foram tímidos, até porque, o que tenho visto em paralelo à campanha ao próprio voto, é uma campanha dirigida a uma só pessoa. Aliás, uma anti-campanha. E não me interpretem mal, não sou uma espécie de advogada do diabo. E compreendo toda a depreciação contra os ideais defendidos, estamos no mesmo barco, pelo menos nesta parte. Só não compreendo a quantidade de vezes que se profere um só nome durante eleições presidenciais, os insultos e a forma parcial como é feito o jornalismo. Mais do que tudo, não compreendo, como é que vi pessoas serem altamente atacadas e discriminadas porque não quiseram embarcar nesta anti-campanha, teoricamente anti-discriminação.

Gostava de vos dar uma opinião que vai um bocadinho contra a maré desta “ditadura de pensamento”. E gostava que fosse aceite como uma simples opinião, sem direito a insultos e ilações gratuitas.

Acho que a informação é a nossa melhor arma, de facto votar informado seria a cura para quase todos os males. Por outro lado, a polarização, atirar coisas às pessoas e fazer uma anti-campanha, além de poder ter o efeito adverso, não consigo compreender. Tinha-nos em boa conta, enquanto país, enquanto estado membro da União Europeia, pensei que éramos um povo civilizado, imune a esse tipo de vírus ideológico, que distingue e discrimina as pessoas por crenças políticas e outras.

Acho que haveria muitas outras formas de sensibilizar e educar as pessoas. Acredito que é importante compreender e explicar os ideais básicos da esquerda e da direita, desde os mais moderados até aos mais radicais, para que o voto seja informado. Tenho a certeza que se, de facto, as pessoas soubessem para o que votam, estariam quase sempre de um lado mais razoável.

E é claro que, tenho a certeza que desse lado existe também sensatez, tenho a certeza que haverá por aí alguém que está de acordo comigo e que por medo, ou porque simplesmente não vale a pena lutar contra a maré, não vai falar. Nada contra, essa é a minha posição 90% do tempo. Tenho o melhor trabalho do mundo e na verdade, por muito que a internet esteja completamente intoxicada com fake news, trolls e ditaduras de pensamento, há um lado maravilhoso da internet. E essa é a minha internet 90% do tempo, não porque os meus seguidores partilhem da minha opinião indubiamente, mas porque mesmo quando não partilham, salvo raras exceções, há alguma sensatez e civismo na forma como as pessoas exprimem as suas opiniões. E é maravilhoso conviver com diferentes opiniões, mas esta, infelizmente, só é a minha internet porque raras vezes dou a minha opinião. Quando o assunto é polémico, regra geral, fico do lado do silêncio. Que até esse, nos dias que correm, já não é solo pacífico.

E na verdade, até me considero uma pessoa com fortes opiniões, as discussões são acesas nos jantares de amigos e família. Mas a internet não é um jantar de amigos e ninguém quer dar um passo em falso, porque há uma plateia à espera do próximo repost e bode expiatório.

Concluo, sem grande fé que este texto vá mudar o mundo, claro! Mas pelo menos que dê alguma voz, ao silêncio dos que não partilham da mesma opinião que “a internet”. O que não quer dizer que este lado seja o lado da razão, não há vencedores nem perdedores. Há um apelo a alguma tolerância, a ouvir mais, a escolher melhor a informação consumida e como li um dia destes num artigo no financial times,

“We should all slow down, calm down, ask questions and imagine that we may be wrong.”

Como disse em cima, compreendo a depreciação e sublinho, não me revejo de todo nos ideais defendidos pelo candidato. Não é disso que se trata!

I’m back!

Antes de mudar a cara deste blog, debati-me sobre a sua utilidade. Numa era em que uma imagem vale mesmo mais do que mil palavras, voltei a questionar-me pela 3387º vez na minha existência, se alguém vai querer ler aquilo que escrevo. Não estou inteiramente de acordo com a célebre afirmação citada em cima, apesar de fazer parte desta geração, cujo sentido mais apurado, parece ser, a visão. E até acredito que o tenho bastante apurado. Uma sala inóspita não me traz conforto, e tenho vindo a concluir que o meu cérebro é altamente estimulado por cores, texturas e imagens aprazíveis. Mas não quero tornar este texto numa enfadonha ode aos sentidos, muito menos quando parece que estou a menosprezar todos os outros. Desenganem-se, não imagino o mundo sem música, ou sem o cheiro do perfume do Tomás. Quero que seja uma ode exatamente ao que ele é. Um texto. Uma carta de amor, à própria carta.

Escrever sempre fez parte da minha vida e continua a fazer. Para mim, o copy de um post no Instagram é (quase) tão importante quanto a imagem. E foi isso, na verdade, que me trouxe até aqui há 6 anos atrás. A vontade de escrever, de comunicar. Afinal, esta sempre me pareceu a melhor forma de me conectar com o mundo. Os pensamentos fluem a outro ritmo e as ideias são mais claras. É curioso, porque teoricamente sou a epítome de um millennial, e na verdade, na prática não estou muito longe disso. Sinto-me perfeitamente integrada e grata, por poder ter este trabalho. Mas há uma outra versão de mim, que escreve cartas aos sentidos e vive algures noutro século. Não sei ser só uma, faltava-me esta. Por isso! Estou de volta e tenho histórias para contar.

Quanto tempo até ao futuro?

Sei que o futuro será melhor. Mas, e tenho a certeza que a Estela está comigo nesta pergunta, quanto tempo demora o futuro a chegar?

A minha sobrinha diz covid-janob. Enquanto, apesar de fazer parte de uma geração absolutamente tecnológica, segura no telemóvel como qualquer avô. O queixo em primeiro plano, quando aparece, a testa e os olhos a liderar como quem liga a câmera da frente sem querer.

“Tia, não posso sair de casa por causa do covid-janob.” Mas quando lhe pergunto se tem saudades do colégio – JAMAIS!             

Pois é, Estela! Estamos em casa por causa do covid-janob. Agora menos, procuramos um novo normal com os sorrisos tapados. O mundo é provisoriamente dos olhos que falam.          

Mas sobre este novo normal, algumas questões: quando é que poderemos dar mergulhos no mar? Quando é que vamos poder celebrar o amor dos nossos grandes amigos que escolheram este ano atípico para casar? Gostava de beber com a minha amiga Maria e vê-la dançar em cima dos sapatos novos que prometiam um dia de Verão quando o, ainda tímido Outono, já abriu as portas. Gostava de estar com a Bianchi sem medo de a abraçar. De mostrar à Rafa como ela me faz rir sem ser com os olhos ou virtualmente. E a Carol, o nosso abacate, bem sobre a Carol nem vos posso contar! A Matilde conta os dias para pisar territórios romanos mas nós ansiamos sempre poder contar com ela nos nossos jantares! E é o aniversário da Teresinha esta semana, queremos celebrar! Além disso, temos uma das tuas exposições maravilhosas este ano? O Tommy tem de casar um dos melhores amigos dele, queremos casar a Carolina e o João Pedro e conhecer a Carolina do Muller e da Cate.          

E tudo o que parecia tão simples e banal. Como acordar de manhã cheia de trabalho, tomar um café e encontrar-me com o Bala no nosso templo de cristal virado para o mar, onde o mantra é perder calorias e deixar tudo o que for má energia para trás. Sair à pressa, cheia de looks, sacos e sonhos para descobrir ruas de novas histórias com a minha irmã. Descer a rua a pé com o Tommy, numa noite de Primavera, para irmos jantar algures. Será que algum dia o voltarei a ver marcar uma picadinha, num daqueles momentos de coração nas mãos? Quero encontros de família, ir a Porto Ferreiro, estar com os meus primos, ouvir a minha avó contar vezes sem conta como o meu avô não a largou enquanto ela não casou. E ouvi-la sempre com o mesmo entusiasmo! Levar a minha sobrinha à marginal, para experimentar os patins novos que eu e o Tomás lhe oferecemos no aniversário, com a certeza de que não estamos a fazer nada de errado.

Quando é que poderemos dizer finalmente que saímos disto? Entrar num avião uma vez por mês? Voltar a ver as minhas colegas de trabalho (influencers) para nos rirmos durante três dias seguidos e concluirmos que, realmente, não há melhor trabalho no mundo?

Não há nada como o Verão na Europa! Vamos perdê-lo? Vamos deixar as ilhas gregas desertas de amores de Verão? Deixar Ibiza perdida de danças ao pôr do sol? As cidades europeias pré-capitalização, quase só faladas numa língua? Por outro lado, a costa Algarvia será só nossa?

Não me interpretem mal. Não estou de todo a menosprezar a importância do problema, que é tão maior do que mergulhos no mar. Nem a apelar à “normalização” do que não pode ser normal. Estou a aprender, tal como vocês, a viver no novo normal. E estou feliz. Este texto está ao nível da afirmação da minha sobrinha. É um desabafo saudoso. Sei que o futuro será melhor. Mas, e tenho a certeza que a Estela está comigo nesta pergunta, quanto tempo demora o futuro a chegar?  

*As imagens em cima foram encontradas no Pinterest, se alguém conhecer as fontes agradeço que partilhem comigo para que possa identificar.

Zanzibar

At the end of the day, the sky put up a show for us with a thousand shades of different colors. And so we danced to the sound of our fast beating hearts, drinking mojitos and kissing slowly.

Fecha os olhos e descreve o lugar onde gostavas de os abrir. Não precisei de ouvir uma palavra para saber que a descrição é uma praia no norte de Zanzibar. E esse foi o nosso destino final quando o avião rumou a sul, à procura de tréguas do frio de Janeiro. E não há mal nenhum, pelo menos para mim, em sonhar com um Hotel Zuri que se inclina por uma encosta até ao azul turquesa do mar. E não querer sair de lá… Mas a paragem foi curta. Os primeiros dois dias foram a sudoeste de Zanzibar e os que os antecederam, que mais tarde contarei noutra história, foram em território continental, Tarangire e Lake Manyara na Tanzânia, onde o leão é (mesmo!) o Rei da Selva.

Unguja em suaíli, língua oficial da Tanzânia, é o fundo de ecrã dos nossos sonhos de Inverno. E a recompensa que todos merecemos receber depois de dias de trabalho. Mas para mim, Zanzibar é o pôr do sol mais bonito que vi, com o espetáculo de cores incrível, que só pode ser apreciado devidamente com um mojito na mão. A lua de mel que vivi sem me casar e os mais felizes blues de Janeiro.

Mas vamos ao que interessa, porque eu sei que vocês vieram aqui à procura de dicas:

Onde Ficar

Zuri Hotel
1000 vezes Zuri! Acho que a descrição em cima e as fotografias são razão suficiente. Mas, acrescentando, fomos muito bem recebidos e o hotel é de cortar a respiração. No geral acho que em África não se come muito bem, mas de todos os hotéis onde estivemos este foi onde comemos melhor! (BTW As stories que publiquei com um concerto na praia são lá!)

The Residence (Não vale o dinheiro que se paga)
Viemos aqui parar porque queríamos conhecer duas partes diferentes da ilha. O Residence não é um mau hotel, é bom, mas não é soberbo como diz no booking. O valor por noite é equivalente ao do Zuri e está muito longe de ser um hotel como o Zuri. Apesar de termos ficado num quarto com piscina, achámos o quarto fraco, mal decorado, gigante mas pouco acolhedor.

As Melhores Praias

As melhores praias são, sem dúvida no norte de Zanzibar. As praias no sul são muito bonitas, mas até às 14h não se consegue entrar no mar porque a maré está muito baixa (mesmo muito baixa). Quando estivemos no sul aproveitámos a piscina de manhã e à tarde fomos para a praia e o pôr do sol mais bonito que vimos foi deste lado da ilha. Não acho que deva ficar de fora numa ida a Zanzibar, mas é no norte da ilha que estão as praias do desktop. A ter em conta: Do Residence ao Zuri são 2 horas de carro.

Como Chegar A Zanzibar

Avião: Voámos de Arusha para Zanzibar, depois voámos diretamente para o Kilimanjaro para apanhar o voo internacional. Mas há um aeroporto internacional na ilha, portanto existem companhias a voar directamente para Zanzibar.

A visitar: Stone town Zanzibar

Obrigatório Levar Na Mala

  • Repelente, repelente e repelente.
  • Protetor 50, o sol em África é implacável.
  • Uma boa farmácia. Ir à consulta do viajante nestas viagens é indispensável, até porque a vacina da febre amarela é obrigatória e tem de ser tomada 10 dias antes da viagem. Deixo-vos o link para as opções de centros de vacinação na zona Norte.

    Outras dicas
  • Marcámos transfers com os hotéis. É certo que é sempre mais caro e, no geral, dizem que Zanzibar é um sítio seguro, mas não nos sentimos confortáveis para chamar um táxi ou para alugar carro. Até porque existem polícias pela ilha a parar os carros para pedir dinheiro… O que não me transmite muita confiança.
  • É preciso um visto para entrar em Zanzibar.  Link para visto aqui.

Boa viagem!
Prometo que o post do Safari está para breve


Close your eyes and describe that one place where you’d rather be opening them. I didn’t need to hear one word to know that the description is a beach on the north of Zanzibar. And that was our final destination when the airplane headed south, looking for truce from the January cold. And it’s ok, at least for me, to dream about a Zuri Hotel that leans down a slope until it reaches the turquoise sea and not wanting to leave… but we didn’t stay for too long. The first two days were in south-west Zanzibar and the ones that preceded, that I will tell in another story later, were in continental territory, Tarangire and Lake Manyara in Tanzania, where the lion (really) is the King of the Jungle.

Unguja in Swahili, the official language of Tanzania, is the background of our Winter dreams. And the reward we all deserve after long days at work. But to me Zanzibar is the most beautiful sunset I’ve ever seen, with an incredible show of colors that can only be properly appreciated while holding a mojito. The honeymoon I’ve lived without getting married and the happiest January blues ever.

But lets skip to what really matters because I know you came for the tips:

Where To Stay

Zuri Hotel
1000 times Zuri! I think that the description and the pictures above might enough. But, to top it off, we were incredibly welcomed and the hotel is breathtaking. In general, I think in Africa you don’t get to eat very well, but from all the hotels we have been, this one was the best! (BTW the stories I posted about a concert on the beach are there!)

The Residence (Not worth the money)
We stayed here because we wanted to visit two different parts of the island. The Residence is not a bad hotel, it’s good, but it’s not superb, how it said on booking.com. The price per night is pretty much the same as Zuri and it’s far from being as great as Zuri. Although we stayed in a room with a pool, we found it mediocre, poorly decorated, huge but not very cosy.

Best Beaches 

The best beaches are,  no doubt, in the north of Zanzibar. The southern beaches are really beautiful but before 2pm you can’t swim because the tide is really low (LIKE really, really low). When we were in the south we enjoyed the pool during the morning and in the afternoon we went to the beach. Actually the most beautiful sunset we saw was on this side of the island. I don’t think this part of the island should be left out on a trip to Zanzibar, but it’s in the north of the island that the desktop beaches are. To be considered: from The Residence to Zuri are 2 hours by car.

How To Get To Zanzibar

By plane: We flew from Arusha to Zanzibar, then we flew directly to Kilimanjaro to take the international flight. But there is an international airport on the island, therefore there are companies flying directly to Zanzibar.

To visit: Stone town Zanzibar

Required To Take

  • Repellent, repellent and repellent.
  • Sunscreen 50, the sun in África is relentless.
  • A good pharmacy. To go to a travel health appointment really is necessary, the yellow fever vaccine is mandatory and has to be taken 10 days before the trip.

    Other tips
  • We booked transfers with the hotels. It’s always more expensive, in general. They say Zanzibar is a safe place, but we didn’t feel comfortable to call a cab or to rent a car. Specially because there were police officers along the island stopping cars and asking for money… That didn’t make me feel very safe.
  • You will need a visa to get in Zanzibar. 

Safe travels!
I promise the Safari post is coming soon!

Merry Christmas y’all

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Warning: This video may contain inappropriate scenes for Grinches.

Mais uma vez, a decoração de Natal na minha casa saiu do magnífico piso 6 do El Corte Inglés Gaia Porto. Mas desta vez a história é em motion, com direito a um falsete desafinado, mas muito natalício. Os veados e os quebra-nozes continuam a ser a minha perdição número um e os meus cães o que lhes fica melhor. De Natal, só falta mesmo o banquete e a casa cheia, mas p’ra lá caminho.

Clica para comprar elementos de decoração


Once again, all Christmas decorations came from the magnificent 6th floor of El Corte Inglés Gaia Porto. But this time the story is in motion, with a Christmas friendly out of tune falsetto. Deers and nutcrackers are still my favorites, and my dogs fit perfectly next to them, like they’re a little family. Bring on the feast and the family, I’m ready for Christmas.

This Friday must be black

Black Friday no El Corte Inglés

Chegou a sexta-feira mais esperada do ano. É engraçado como tantas emoções se concentram num só dia. O dia mais esperado da semana, a horrível sexta feira 13 e a tão desejada Black FRIDAY. Mas esta é a melhor de todas as sextas, e com ela chega a hora de pôr presentes debaixo da árvore. O calendário não espera e o nosso melhor aliado do Natal pôs-nos as coisas muito fáceis. Não percas os descontos até 50% durante este fim de semana no El Corte Inglés.

Samsung Galaxy S10

Wide Angle

But first, let me take a selfie

Live Focus

Editing

#DoWhatYouCant

Faz o que não conseguias, agora já é possível!

Quem me dera voltar atrás no tempo e contar à Anita de 12 anos, que queria receber um telemóvel com máquina fotográfica no Natal, que um dia isso seria pedir pouco. Aqui estou eu, 17 anos mais tarde, não com um mundo nas mãos, mas com uma galáxia inteira. Com todas as ferramentas que preciso e até algumas que só cá estão por capricho. Mas isto tudo continua a parecer-me uma descrição subvalorizada. Porque eu não tenho só um smartphone com tudo o que preciso a meu dispor. Eu tenho o melhor dos smartphones e o que com mais veracidade conta as minhas histórias, o Samsung Galaxy S10.