The paradox of classic-edgy

“What you wear is how you present yourself to the world, especially today, when human contacts are so quick. Fashion is instant language.” —Miuccia Prada

A melhor forma de definir o significado deste título é com um nome, Julie Pelipas, diretora da Vogue Ucrânia. Que em meados do ano passado apareceu numa fotografia de street style com uns oversized white jeans (I meeean OVERSIZED) e um body beje sem costas. O que parece até um look bem clássico quando assim descrito. Mas é mais do que isso! Se não viram este look, ou se não se lembram dele e porventura gostariam de o ver ou rever, escrevam no vosso motor de buscar: Julie Pelipas. Este look aparece repetidamente porque é de facto brilhante.

E não estou a ser pretensiosa, de todo, que acho que a minha tentativa de classic-edgy está próxima da epifania de estilo que a diretora da vogue teve naquela manhã, antes de sair de casa. Estou a km de distância. Mas quando cheguei ao El Corte Inglés a semana passada, para escolher alguns looks das três novas marcas, Woman El Corte Inglés, Woman Limited El Corte Inglés e Lloyd’s, por algum motivo aquela fotografia veio-me à cabeça. Os linhos e as peles em tons neutros são terreno seguro, é verdade! Mas o oversized rapidamente nos leva para uma nova dimensão. E as bermudas são o pico da montanha, pelo menos para mim. Sejamos realistas, o meu edgy passa pouco a linha do clássico. Mas não precisamos de estar todos na linha da frente da corrida da moda. Para mim o estilo e gosto pessoal são os verdadeiros vencedores.

Look 1: (Look total El Corte Inglés): Camisa Woman El Corte Inglés , Bermudas Woman Limited El Corte Inglés

Look 2: (Look total El Corte Inglés) Calças LLOYD’s , Camisa camurça LLOYD’s , t-shirt LLOYD’S

Parceria remunerada com El Corte Inglés.


The best way to define the meaning of this title is with a name, Julie Pelipas, director of Vogue Ukraine. Last year I saw this street style picture of her wearing an oversized pair of white jeans (I meeean OVERSIZED) and a nude bodysuit. What might seem like a quite classic look when described. But it’s way more than that! If you haven’t seen this look yet, or if you don’t remember it and would like to see it, type in your search engine: Julie Pelipas. This look will show up repeatedly because it is indeed brilliant.

And please don’t get me wrong, I’m not being pretentious. I don’t think my classic-edgy attempt gets even close to the style epiphany the vogue director had in that morning. I’m miles away from it. But when I arrived at El Corte Inglés last week to pick some looks from the new brands, Woman El Corte Inglés, Woman Limited El Corte Inglés and Lloyd’s, for some reason Pelipa’s picture came to mind. Linen and suede in neutral tones are safe ground. But the oversized quickly takes us to a new dimension. And the shorts are the mountain’s peak, at least for me. Let’s face it, my classic-edgy is more classic than edgy. But we don’t need to be all in the forefront of the fashion race. For me personal style and taste are the real winners.

Look 1: (Full look El Corte Inglés): Shirt Woman El Corte Inglés , Shorts Woman Limited El Corte Inglés

Look 2: (Full look El Corte Inglés) Pants LLOYD’s , Suede jacket LLOYD’s , t-shirt LLOYD’S

Sponsored by El Corte Inglés.

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OH MY SUNNIES !

“Sometimes all you need is a new perspective.”

Os cenários diferem, Roma, Londres e Positano mas há um elemento em comum em todas estas fotografias. E não, não é o meu ar de felicidade, ainda que também seja uma constante. São os óculos de sol! Pois é, não importa o lugar do mundo, o mood ou o look. Até num típico dia cinzento londrino os meus olhos andam vestidos. E quando eu gosto de uns óculos de sol uso-os até descobrir um novo amor.

Além disso, a opção já é vasta cá em casa, portanto encontrar um par que me encha as medidas nem sempre é fácil. E é precisamente por isso que aqui estou. Para vos dar a conhecer a minha nova ótica de excelência: A GrandOptical que abriu uma nova loja no Braga Parque no mês passado.

Estive lá na abertura e comprovo! O atendimento é atencioso e a oferta está à altura. Na loja podem encontrar marcas desde os clássicos Ray-ban ao novo modelo da Gucci, Dolce & Gabanna, Cartier, Fendi, Miu Miu, Prada entre outros. Mas a nova loja foi só um upgrade da GrandOptical, porque já um pouco por todo o país a marca nos proporcionava uma nova forma de ver a luz do dia. Para mais informações consulta a página oficial GrandOptical, o facebook ou instagram.

Este post foi patrocinado pela GrandOptical.


The scenario might be different, Rome, London or Positano. But there’s one element in common in all these pictures. No, it’s not my happiness, although you can also see it everywhere. It’s the sunglasses! It doesn’t matter where I am in the world, what’s the mood or the outfit, even in a typical gray day in London my eyes will be dressed up. And when I like a pair of sunglasses I use them until I find a new love.

Actually I already have so many pairs of sunglasses, finding a new pair that I really like isn’t always easy. And that’s precisely why I’m writing to you today. To tell you about my favorite optical store: The GrandOptical.

I was just at the opening of the new store in Braga (Portugal) and let me tell you the service is exquisite and they have exactly what I was looking for. In the store you can find brands such as the classic Ray-ban, the new model from Gucci, Dolce & Gabanna, Cartier, Fendi, Miu Miu, Prada among others. But this new store was only an upgrade from GrandOptical. The brand has already been providing us with new sunnies to see the light from a better perspective, in so many stores all over the country and abroad. For more information go to the official page GrandOptical, facebook or instagram.

This post was sponsored by GrandOptical.

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Whatever feels Natural

“Look within yourself, for your power is in your nature – be whatever feels natural.”

A Pandora perguntou-me o que é que me faz sentir mais natural. Aqui está a minha resposta:

Viajar para voltar a casa, uma corrida matinal que acaba num banho quente e um café depois de uma noite bem dormida. Há uma harmonia nestas dicotomias que me traz alguma paz. Encontro-me em casa porque me perco pelo mundo. E corro depois de sair da cama atrás de uma catarse compensadora do meu esforço. Já o café, bem, a cafeína é o meu despertador de criatividade. 

Honestamente todos estes momentos me fazem sentir conectada comigo mesma. Mas a única altura em que tenho de facto tempo e me disponibilizo a refletir sobre o assunto é quando me sento em casa a tomar o meu café, depois de uma dúzia de aventuras.

E foi precisamente a pensar nestes momentos que a Pandora lançou a coleção Spring Garden, numa celebração à auto-confiança e individualidade. Adequada para todas as ocasiões, seja para o clímax da jornada, ou para um momento de reflexão. Há um jardim exótico dentro de nós, que merece ser comemorado e apreciado. O que é que te faz sentir mais natural? 

Post patrocinado por Pandora.


Pandora asked me what makes me feel natural. Here’s my answer:
Coming back home after a trip, a morning jog that ends in a hot bath and a coffee after a good night’s sleep. There’s some kind of harmony in these dichotomies that brings me peace. I find myself at home because I got lost somewhere in the world. And I go for a run after getting out of bed running after a cathartic feeling. About the coffee, well, caffeine wakes up my creativity.
Honestly all these moments make me feel connected to myself. But the only time I really have time to think about it’s when I sit down to enjoy a coffee after a dozen adventures.
And it was precisely thinking about these moments that Pandora launched the Spring Garden collection in a celebration of self-confidence and individuality. Suitable for all occasions, whether it is for the climax of the journey, or for the moment of reflection. There is an exotic garden within us that deserves to be celebrated and appreciated. What about you? What makes you feel natural?

 

Post sponsored by Pandora.

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72 hours in Bangkok

In Bangkok you can have it all. Culture on the streets and glamour somewhere above the clouds, in a rooftop where they say the party is at.

 Bangkok é a miúda free spirit que deixou uma pilha de louça por lavar na noite anterior, que se passeia pela casa de manhã com uma T-shirt de uma banda de rock que não conhece, com restos de maquilhagem nos olhos em forma de amêndoa e um café numa chávena natalícia que recebeu de um secret santa há 4 anos (apropriada para qualquer época do ano, apesar do “Merry Christmas” em letras gigantes). Mas é essa mesma miúda que dançou até de manhã algures num pub numa rua cheia de gente e se esqueceu do tempo. A miúda que pôs um vestido justo para subir ao rooftop de um hotel, mas rapidamente o trocou por uns Jean shorts e uns sneakers para conquistar o andar mais baixo da cidade. A rua, com um milhão de cheiros (não muito agradáveis a maior parte das vezes) cores vibrantes, sorrisos calorosos, tão calorosos quanto os 30° que nos receberam. E não, esta miúda não sou eu, esta miúda é Bangkok. É a analogia mais fidedigna que encontrei para vos descrever esta beleza imperfeita que é Bangkok.       Cá em baixo o caos, a cozinha de rua, um modo de viver completamente diferente daquilo que estamos habituados. Uma cidade muito suja, com níveis de poluição assustadores, mas uma verdadeira urban jungle de cores e inspiração.
E há outra perspectiva desta cidade asiática. Fora das ruas, perto do céu, num lado mais alto da cidade, com uma vista panorâmica para a selva de cores, os rooftops. Onde ao final do dia me perdi num milhão de luzes, num copo de vinho e conversas existenciais. Ainda na mesma realidade, mas nem sempre perto do céu, restaurantes maravilhosos, Michelin stars e outros que o são, só porque sim! Ainda que estejam guardados no segredo dos deuses.
Uma coisa é certa, esta miúda recebeu-nos como ninguém, sempre de sorriso na cara e pronta a ajudar. Nunca me senti insegura, senti-me quase sempre bem-vinda e é um lugar onde quero voltar.

Onde ficar | Where to stay:

Muse Bangkok Hotel: Tranquilo, bem localizado, quartos ótimos, pequeno-almoço ok e uma happy hour num roof top com ótimo ambiente. O meu favorito! |Quiet, good location, great rooms, breakfast was ok. Happy hour on the roof top was fun! My favorite!

Lebua Tower Club: Vale a pena pela vista. | The view is so amazing it makes it worth!

Restaurantes | Restaurants:

Gaggan: Cozinha indiana progressiva, 2 estrelas michelin, número 1 na Ásia pelo quarto ano consecutivo. Éramos 13 sentados num balcão, mais propriamente na mesa do chef, onde partilhamos 25 pratos deliciosos, apresentados num menu de emojis (sim emojis) com pessoas de diferentes nacionalidades. Em cada prato um milhão de sabores, a maior parte completamente fora da zona de conforto do meu palato, mas tudo isto é pouco para descrever a cozinha do famoso Gaggan Anand. A música é escolhida com minúcia, cada prato conta uma história e a determinada altura choveram purpurinas (literalmente!) Apagaram-se as luzes e quando acenderam, a acompanhar o novo prato, um banho de purpurinas. Acho que não preciso de dizer mais nada. |Progressive Indian cuisine, 2 Michelin stars, number 1 in Asia for the fourth consecutive year. There were 13 of us sitting around the counter, the chef’s table. We shared 25 delicious courses, presented in a emojis menu (yes emojis) with people from all over the world. On each dish a million flavors, totally out of the comfort zone of my palate. But this isn’t enough to describe Gaggan Anand’s cuisine. The music was meticulously thought, each course tells a story and eventually there were glittering glitters (literally!) The lights went out and when they turned them back on, so we could see the next course, there was glitter everywhere.  

Bo.lan: Sobre o Bo.lan não vos posso dizer muito porque acabámos por cancelar a nossa reserva. Confesso que tenho alguma pena, mas as críticas eram de facto muito más e era a nossa última noite em Bangkok. Não queria correr o risco de acabar a viagem com uma má experiência. | Unfortunately I can’t tell you much about Bolan because we ended up canceling our reservation. I admit I might regret it a bit, but the reviews were so bad and it was our last night in Bangkok. We didn’t want to end the trip with a bad experience.

Tom Yum Kung: Para almoçar na Khao San Road. | To have lunch in Khao San Road

Ban Chiang: Jantar despretensioso. Para comer um Pad Thai ou um fried rice. |Unpretentious dinner. To eat a Pad Thai or a fried rice.

Vertigo: Rooftop, bom ambiente, vista assombrosa. | Rooftop, cool, the view is amazing.

Gostávamos de ter ido mas não conseguimos | We’d love to go but we couldn’t make it: Jay Fai & Err.

O que fazer | What to do:

Visitar o Damnoen Saduak Floating Market | Visit Damnoen Saduak Floating Market

Ir beber um copo a Khao San Road à noite | Go to Khao San Road for a drink at night.

Fazer uma massagem num spa na rua (Fizemos uma foot massage no Khao San Spa) | Get a foot massage! We went to this place called Khao San Spa, but honestly they all look the same.

Visitar templos (só visitamos o Grand Palace) | Visit the temples (we only went to The Grand Palace)

China Town: Honestamente foi o sítio que menos gostei de Bangkok, muito sujo e muita confusão, mas acho que é obrigatório.|Honestly to me this is the worst place in Bangkok, so dirty and confusing, but I think it’s a must-see anyway.

Beber um copo num rooftop (Lebua ou Vertigo & Moon bar) | Go for a drink in a cool rooftop (Lebua or Vertigo & Moon bar)

Comer Pad Thai, Fried Rice, Sticky Rice com manga e comprar um saco de mangostão na rua. |Have some Pad Thai, Fried Rice, Sticky Rice w/ mango and buy a bag of mangosteen on the street.

          Na última noite, descobrimos um restaurante simpático para jantar. Comemos bem e resolvemos ir uma última vez a Kaoh San road. Numa perpendicular perto da Khao San road descobrimos um artista de rua com promessas de amor para a vida. Todos os quadros têm uma mensagem, “LOVE NEVER DIES”, escrito no canto inferior direito. Apaixonei-me por um quadro, mas o valor que ele pedia era absurdo (bem, pelo menos até aqui, mais à frente percebi que o momento valia cada cêntimo). O meu namorado conseguiu negociar e chegamos a um valor mais consensual, mas acabamos por decidir que não queríamos o quadro. Fomos embora e eu senti-me desolada por não o trazer. Andamos 500m e eu disse “vou voltar para trás, vou buscar o quadro”. Voltámos, estava a dar a minha música favorita, La Vie En Rose da Edit Piaf (I’m such a cliche, I know). Renegociámos e ele aceitou, virou o quadro ao contrário (o quadro que é um pedaço de tecido) e pegou numa caneta. Pensei que fosse assinar o quadro mas não demorei a perceber que ele me estava a desenhar, olhava para mim e fazia qualquer coisa, voltava a por os olhos em mim para continuar a desenhar. É claro que ele não me desenhou como eu me imagino, desenhou um boneco que parecia feito por uma criança de 6 anos, com uma coroa na cabeça a dançar em cima do banco (oh man! Did you just see right through my soul?!) e quando acabou desenhou o meu namorado ao meu lado. Perguntou os nossos nomes para escrever por cima, assinou e deu-nos exatamente aquilo que precisávamos naquele momento, sem saber. Acabei por lhe dar o valor que ele tinha pedido antes de virarmos costas.


Bangkok is that free spirited girl that left a pile of dishes in the sink last night. The girl that strolls around the house every morning wearing a T-shirt from a rock band she doesn’t know, with some make-up remnants around her almond-shaped eyes. Drinking her coffee in a xmas mug she got from a secret santa 4 years ago, but still finds it appropriate for any time of year, even if it says “Merry Christmas.
But it’s that same girl that danced until morning somewhere in a pub in a crowded street and forgot about time. The girl who put on her best dress to go to the party in the rooftop of a hotel, but quickly changed it for a pair of Jean shorts and sneakers to conquer the lower floor of the city. The street, with millions of different smells (not very pleasant most of the time) vibrant colors, warm smiles, as warm as those 30 ° you can feel in the air. No, this girl isn’t me, this girl is Bangkok. It’s the best analogy I found to describe Bangkok’s imperfect beauty. On the streets the chaos, the street food, a way of living completely different from what we are used to. A dirty city, scary levels of pollution, but a real urban jungle of color and inspiration.
And there’s a different perspective of this Asian city. Off the streets, above the clouds, on a higher side of the city, with a panoramic view to the jungle of colors, the rooftops. Where at the end of the day I lost myself in a million lights, a glass of wine and existential conversations. Still in the same reality, but not always so close to the sky, wonderful restaurants, Michelin stars and others that are kept in the secret of the gods, but are just as good.
No doubt this girl received us like no one, always with a smile on her face and ready to help. I never felt insecure and felt very welcome most of the time. Hope to see you again, Bangkok.

On our last night in the city we found this cute restaurant to have dinner. Food was great and afterwards we decided to go one last time to Kaoh San Road. On a perpendicular road near Khao San road we discovered a street artist making love promises. All paintings had a message, “LOVE NEVER DIES”, written in the lower right corner. I fell in love with one of his paintings, but it was too expensive (Later I realized that the moment was worth every cent). My boyfriend managed to negotiate and we came to a more consensual value, but we ended up deciding that we didn’t want the painting. So we left, and I felt desolate for not bringing it. We walked 500m and I said “I’m going back, I’m getting the painting”. We went back, my favorite song was on, La Vie En Rose from Edit Piaf (I’m such a cliche, I know). We renegotiated and he accepted, turned the painting upside down, and grabbed a pen. I thought he was about to sign the painting, but I soon realized that he was drawing me, he’d look at me and then back to the painting. Of course he didn’t draw me as I imagine myself, he drew a doll that looked like a 6-year-old kid, with a crown on its head dancing over a bench (oh man! Did you just see right through my soul ?! ) and when he finished drawing me, he drew my boyfriend by my side. He asked for our names to write over our drawings, signed and gave us exactly what we needed in that moment. I ended up giving him the amount he had asked for before.

 

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And she will be LOVED

A date sponsored by PANDORA
1 pm Picked her at the airport.
1:30 pm We had lunch.
3 pm She LOVED Flowers.
4 pm We ate ice cream like 2 little savages.
5:30 pm We chased the last rays of sun.

A Catarina Mira tem as maiores pestanas do mundo e é um pedaço de tarde bem passada! Escreve de uma forma melodica, tão musical que podia jurar que quando leio um artigo escrito por ela, ouço as notas de cada palavra. Tem uma sensibilidade artística muito especial e uma forma sui generis de a comunicar. E, absolutamente apropriado ao tema que me faz escrever hoje, é uma apaixonada pelo amor.

Mas esta história vai “way back”. Cruzámo-nos pela primeira vez há mais de 10 anos, tivemos uma crush pelo mesmo miúdo e ao longo destes anos fui descobrindo que temos muito mais do que isso em comum. Somos dois bichinhos do digital, portanto a comunicação é constante. Mas a distância obriga a que os nossos encontros sejam esporádicos, embora nunca aborrecidos. No Algarve, quando prometemos não passar do primeiro copo de vinho e damos por nós a caminho do terceiro. Ou em Londres, seja numa tarde de Verão algures pelas ruas da cidade, ou numa daquelas noites geladas de Janeiro a comer comida asiática. E agora, um encontro no Porto, proporcionado pela Pandora.

Escolhi meticulosamente um outfit para estar à altura da coleção Loved da Pandora e de fotografar ao lado da Catarina Mira. Saí de casa com a minha irmã (/fotografa) sentada no lugar do passageiro para apanharmos o meu date no aeroporto. Ela é fácil de encontrar, o look edgy e as pernas enormes não deixam margem para dúvida. O nosso date estava prestes a começar.

Enquanto almoçávamos o tempo voou-nos entre conversas banais. A sobremesa foi um ramo gigante de flores que comprámos ao lado do restaurante numa pequena florista. Sim, porque sem flores, isto seria realmente um date? E depois o gelado. De referir que a Mira não sabe escolher gelados com cores fotogénicas, mas é uma verdadeira pró a comer, porque acabou de comer sem uma única mancha na roupa. O mesmo já não se pode dizer de mim. Finalmente para aproveitar os últimos minutos de luz, um passeio pela cidade e uma máquina de rolo (da Catarina, claro!).

O protagonista desta história, assim como da coleção LOVED, é o amor. A Pandora celebra o mais poderoso dos sentimentos nas suas diferentes formas, numa coleção com símbolos românticos intemporais interpretados de uma forma moderna e singular, como podem ver nas fotografias em cima. E convidou-nos a ser parte desta celebração! A Mira e eu, neste encontro com a Pandora, celebrámos uma amizade à distância, alimentada por longas conversas no whatsapp (que na verdade às vezes são só gifs) e as oportunidades que temos para estar juntas que são sempre uma verdadeira aventura. Limitar o amor ao romance é menosprezar uma palavra tão especial. E não me interpretem mal, adoro uma história Romeu e Julieta. Mas gostava de vos convidar, neste mês dedicado ao romance, a celebrar todos os tipos de amor!


Catarina Mira has the biggest eyelashes in the world and it’s a lovely company for an afternoon date! She writes in a melodic way, so musical that I fell like I can hear the notes of each word when I read an article written by her. She has this quite special artistic sensitivity and a particular way of communicating it. And she loves LOVE, which is so appropriate to the theme that makes me write today.

But this story goes way back. We met 10 years ago, we had a crush on the same kid and over these last years I’ve realized that we have so much more in common than that. We are digital kids, so communication is constant. But distance obligates our dates to be sporadic, though never boring. In Algarve, when we promised not to have more than one glass of wine and we just find ourselves on our way to the third glass. Or in London, in a beautiful summer afternoon strolling around the city, or one of those chilly January nights eating Asian food. And now, our date in Porto, sponsored by Pandora.

I picked the outfit meticulously to live up to the Pandora Loved collection and to be standing next to Catarina Mira in the photoshoot. And left home with my sister (/ photographer) sitting in the passenger seat to pick up my date from the airport. She’s easy to find, the edgy look and those legs for days leave no room for doubt. Our date was about to begin.

While we ate lunch time flew us between banal conversations. The dessert was a giant bouquet of flowers that we bought next to the restaurant in a small florist. Yes, because without flowers, could we call this a date? And then the ice cream. By the way, Catarina doesn’t know how to pick ice cream flavors with photogenic colors, but she is a pro at eating it, because she finished eating without a single stain over her clothes. The same can not be said about me. Finally to enjoy the last few minutes of light, a city tour and an old camera (Mira’s, of course!).

The protagonist of this story and of the LOVED collection, is love. Pandora celebrates the most powerful of the feelings in its most different forms. In a collection with timeless romantic symbols interpreted in a modern and singular way, as you can see in the pictures above. And invited us to be part of this celebration! Catarina and I, in this date with Pandora, celebrated a long distance friendship, fueled by long whatsapp conversations (which sometimes are just gifs) and the opportunities we have to be together that are always a hell of an adventure. To limit love to romance is to despise such a special word. And do not get me wrong, I love a Romeo and Juliet story. But let  me challenge you to celebrate all kinds of love in this month dedicated to romance.

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2019


“Every end is a new beginning.”

A Estée Lauder desafiou-me a gravar um vídeo com as minhas resoluções de ano novo e esta foi a forma mais honesta que encontrei para o fazer. Bom ano!

Estée Lauder challenged me to shoot a video with my New Year’s resolutions so we came up with this raw and honest video. Happy New Year!

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Christmas with Tous

…is all about make the women of the family happy!

Tenho uma história para vos contar. Sempre que visito a minha avó e me sento à mesa à conversa com ela, há pormenores que não lhe escapam. Troca-me o nome com a minha irmã e com as minhas primas, nunca reparou que sou louca por jardineiras e tenho uma dezena de pares. Mas uma jóia nova não passa despercebida aos olhos da Senhora Estela. Pode ser a argola mais pequena que entrou por aquela porta em 20 anos, ela vai reparar e não vai deixar passar em branco. E como isto é um amor reciproco, eu, a minha irmã e as minhas primas cobiçamos todos os anéis da nossa avó, que nesta altura são as únicas jóias que a vejo a usar.

Porque é que eu vos contei esta história? Porque este Natal vou oferecer uma jóia à minha avó, que me gabou um anel da Tous um dia destes. E merece todos os anéis que a Tous produziu na sua existência! Sim, todos esses e mais alguns! Mas, como a minha mãe recebe notificações de todos os meus posts ( I know… psycho!) e provavelmente a esta hora está cheia de ciúmes, também tenho um presente Tous para ela. E não só! Este Natal resolvi presentear algumas das mulheres da minha vida com esta marca, com quem já há muito que criei laços. Mas finalmente resolvi dar o grande passo e levá-la a jantar com a família, na noite de Natal.

(Como devem compreender não posso mostrar os presentes agora, mas depois do Natal mostro-vos tudo!)


I have a story to tell you. Whenever I visit my grandmother and sit next to her for a good talk, there are details that her eyes won’t miss. She calls me by my sister’s or my cousins names, she has never noticed that I am crazy about overalls and I have a dozen pairs. But a new jewel doesn’t go unnoticed by Mrs. Estela’s eyes. It may be the smallest ring that came through that door in 20 years, she will notice. And since this is a reciprocal love, my sister, my cousins and I ​​covet all our grandmother’s rings, which are the only jewelry I see her wearing lately.

Why did I tell you this story? Because this Christmas I’m giving my grandmother a jewel, whom by the way liked a Tous ring I was using one of these days. And she actually deserves all the rings Tous has produced in its existence! Yes, all and even more! But as my mother gets notifications from all my posts (I know … psycho!) And probably she’s a bit jealous already, I also have a Tous gift for her. But that’s not all! This Christmas I decided to present some of the women of my life with this brand. I’ve been in a relationship with the brand for a while. But finally I have decided to take the big step and take TOUS to have dinner with the family on Christmas Eve.

(As you must understand, I can’t show you the gifts now, but after Christmas I’ll show you everything!)

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