Forbidden Party

L’interdit

Mergulhei no mar Egeu mas aterrei em Paris, ainda com sal no cabelo, abençoada pelo sol que me vestiu de dourado. A Givenchy recebeu-me de braços abertos, (ou de janelas abertas!) com uma vista maravilhosa sobre Paris e a promessa de que a noite seria longa. Depois de jantar havia um perfume no ar. A poucos metros de distância a Forbidden Party celebrava o L’interdit, onde dançámos noite adentro num vestido vermelho.

I was diving in the Aegean sea but landed in Paris, with salt on my hair blessed by that golden tan given by the sun. Givenchy welcomed me with their arms wide open (or should I say windows?) with a beautiful view over Paris. After dinner you could feel a scent in the air. Just a few meters away the Forbidden Party celebrated L’interdit, where we danced all night long in a red dress.

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The colorful mind of Gonçalo Peixoto

22 years cultivating a mind full of colors

O que é que o Gonçalo Peixoto tem? Uma mente cheia de cores e a coragem de um miúdo de 20 anos! Há um desassossego nele, balança no banco do restaurante como uma criança. Tem histórias infindáveis para contar, mais por dizer do que a minha mente consegue acompanhar. Tudo lhe parece pequeno, quer conquistar o mundo e viver onde os anjos se perderam, lá, no outro lado do Atlântico.

E é este desassossego, criatividade e coragem, parece-me, a receita Gonçalo Peixoto.

Tenho vestido:

Pink jacket & oversized shirt: Gonçalo Peixoto

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What does Gonçalo Peixoto have? A mind full of color and the courage of a 20 year old! He’s restless, swings like a child while sitting on a restaurant bench. He has endless stories to tell, more to tell than what my mind can keep up. Everything is so small to him, he wants to conquer the world and live where the angels got lost, there, on the other side of the Atlantic.

And it’s this restlessness, creativity and courage, I guess, the magic secret of Gonçalo Peixoto.

I’m wearing:

Pink jacket & oversized shirt: Gonçalo Peixoto

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Madeira

My memory is full of wild forests in a thousand shades of green, and my heart is craving more adventure.

No meio do oceano Atlântico existe um pedaço de terra que conserva alguns dos segredos da natureza mais bonitos que conheci. As imagens não deixam margem para dúvida, estou a falar da  ilha da Madeira, situada no arquipélago da Madeira, em paredes-meias com as irmãs Porto Santo e ilhas desertas.

Esta foi sem dúvida uma das viagens mais bonitas que já fiz, e não sei porque é que demorei tantos anos a pisar este paraíso português rodeado de mar. O Atlântico enche-nos as medidas em todos os recantos da ilha, com encostas íngremes que nos fazem sentir pequenos e vencidos pela natureza. Há um respeito pelos ingredientes que não se perdeu, a comida sabe essencialmente ao que vem da terra e do mar. E esta preservação estende-se a todas as áreas, a natureza gaba-se de ter nascido em terra fértil, com condições atmosféricas favoráveis. Tão favoráveis que a floresta Laurissilva sobreviveu à idade do gelo, escondida entre encostas que a protegeram com bravura, num microclima privilegiado que sempre jogou do lado da natureza.

Foi precisamente esta envolvência com a Natureza que tornou a viagem tão especial. Começámos por descer de teleférico com uma vista assombrosa para almoçarmos no Fajã dos Prades. Durante a tarde o cenário foi o Cabo do Garajau, em cima duma prancha de paddle, com uma plateia de caranguejos coloridos. Nos dias que se seguiram vestimo-nos de florestas, caminhando lado a lado com as Levadas. Acordámos para ver o nascer do sol do topo do Pico do Areeiro e deixem-me dizer-vos, o sol nunca tinha nascido tão bonito para mim. Perdemos o ar com a profundeza do Atlântico, só de o ver do topo das encostas. Provámos a poncha e o melhor prego do mundo, servido em bolo do caco, e percebemos que tudo sabe melhor servido neste pão madeirense. Descemos nos carros de cesto porque a tradição assim manda e prometemos voltar, porque esta ilha é boa de mais para perder de vista.

Onde ficar:

Quinta Da Casa Branca

Quintinha São João

Almoçar:

Fajã dos Padres

Quinta do Furão

Pátio das Babosas

Jantar:

Estalagem da Ponta do Sol

Dinning Room na Quinta da Casa Branca

Nine Design Centre.

O que fazer:

Vêr o nascer do sol do Pico do Areeiro (Hit the Road Madeira)

Fazer uma Levada com a Adventure Kingdom (fiz a Levada do Alecrim)

Paddle no cabo do Garajau (Com a Around Freedom)

Subir o teleférico do monte para ir ao jardim Tropical

Descida nos carros de cesto

Visitar a old Town do Funchal e ir ao mercado dos lavradores provar todos os maracujás madeirenses

Visitar Câmara dos Lobos.

 

Deixo-vos aqui o meu programa completo:

Sábado, 20 de Julho 2019

Manhã|| Pequeno-almoço no hotel & manhã Livre
12H00|| Almoço na Fajã dos Padres
15H00|| Pick up no Hotel para experiência de Stand up Paddle
20H30|| Jantar na Estalagem da Ponta do Sol

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Domingo, 21 de Julho 2019

06H00|| Pick up no hotel para Sunrise Jeep Tour com pequeno-almoço saudável incluído
12H00|| Almoço na Quinta do Furão e regresso ao hotel
Tarde Livre*
19H30|| Jantar no The Dinning Room na Quinta da Casa Branca

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Segunda-Feira, 22 de Julho 2019

Manhã|| Pequeno-almoço no Hotel
09H00|| Pick up para levada com Adventure Kingdom com picnic incluído
17H00|| Regresso ao hotel
20H00|| Jantar no Restaurante Nini Design Centre

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Terça-Feira, 23 de Julho 2019

10H15|| Transfere para o teleférico
10H30|| Subida no Teleférico para o Monte
11H00|| Visita ao Jardim Tropical Monte Palace
12H30|| Almoço no Pátio das Babosas + Descida nos carros de cesto
Passear pelo Funchal*

*Convidada pela Associação de Promoção da Madeira.


In the middle of the Atlantic Ocean there’s a land that holds some of the most beautiful secrets of the nature. The pictures above leave no room for doubt, I’m talking about Madeira island, situated in the archipelago of Madeira, among its sisters, Porto Santo and deserted islands.

This was undoubtedly one of the most beautiful trips I’ve ever made, and I don’t know why it took me so many years to set foot in this Portuguese paradise surrounded by sea. The Atlantico amazes us in every corner of the island, with steep cliffs that make us feel small and overcome by nature. The respect for the ingredients has not been lost. Meaning the food tastes essentially like what comes from land and sea. And this preservation is extended to all areas. Nature was lucky to be born in this fertile land, with such auspicious conditions. Conditions are so good that the Laurissilva forest survived the ice age, hidden between cliffs that bravely protected it, in a privileged microclimate that has always played on nature’s side.

It was precisely this involvement with nature that made the trip so special. It started with a small trip in the cable car with amazing views to have lunch at Fajã dos Prades. In the afternoon the scenery was Cabo do Garajau over a paddle board with an audience of colorful crabs. In the following days we surrounded by forests, walking side by side with the Levadas. We woke up to see the sunrise from the top of Pico do Areeiro and let me tell you, the sun had never risen in such a beautiful way for me. The deepness of the Atlantic was breathtaking even when we didn’t dive in. We tried poncha and the best prego no pão in the world, served in Bolo do caco, and realized that everything tastes better when served in this Madeiran bread. We went down the road in the carros de cesto because tradition says so and we promised to return, because this island is too good to lose sight of.

Where to stay:

Quinta Da Casa Branca

Quintinha São João

Have lunch at:

Fajã dos Padres

Quinta do Furão

Pátio das Babosas

Dinner at:

Estalagem da Ponta do Sol

Dinning Room at Quinta da Casa Branca

Nine Design Centre.

What to do:

Sunrise from Pico do Areeiro (W/ Hit the Road Madeira)

Walk a Levada w/ Adventure Kingdom (I’ve done Levada do Alecrim)

Paddle at cabo do Garajau (w/ Around Freedom)

Go up Teleférico do monte (cable car) and visit Jardim Tropical

 Go down the road in the traditional “Carros de cesto”

Go to Funchal old Town, visit the Lavradores market and try every different kind of passion fruit there is in Madeira.

Go to Câmara dos Lobos.

 

*invited by Associação de Promoção da Madeira.

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Malta w/ Galaxy S10

“Age is irrelevant. Ask me how many sunsets I’ve seen, hearts I’ve loved, TRIPS I’VE TAKEN, or concerts I’ve been to. That’s how old I am.” – Joelle

Se o que te tráz aqui é a curiosidade e vontade de saber mais sobre esta ilha do mediterrâneo, aconselho-te a fazer um scroll down e ir direto(a) ao assunto. Mas se vieste com tempo e quiseres saber como é que vim aqui parar, então não pares neste ponto final.

Fiz esta viagem com uma das minhas melhores amigas. Eventualmente, durante um jantar decidimos que estava na hora de voltarmos a viajar juntas e já lá vão dez anos desde a última vez. Uns meses depois, já jantávamos algures numa esplanada em Malta com um copo de vinho na mão, quando nos apercebemos do tempo que passámos juntas. Das histórias cuja matemática já lhes perdeu a conta, da quantidade de camadas que existe em cada uma de nós e que cada uma aceita da outra. Ri-me 24h por dia durante 8 dias, cedi às vontades dela e ela cedeu às minhas. O co-piloto das minhas primeiras viagens a conduzir pelo lado esquerdo, e que belas viagens. Que noutros dias me pilotou aí por essas aventuras noite adentro, de Jeffrey Campbell nos pés (sim! Aconteceu!) e 10€ na carteira. Viajar apaixonado é maravilhoso, tão maravilhoso! Mas ir para uma ilha no mediterrâneo com alguém que sabe todos os teus segredos, numa determinada altura da tua vida, há-de ser tudo o que precisas.

Até posso ter uma ideia de onde será a minha próxima viagem, mas não sei qual é o destino final. No entanto, há uma coisa que eu tenho a certeza, há pessoas que eu quero que estejam comigo até esse final de viagem, seja ele qual for. E tu és uma delas, Rafa. Peço desculpa pelo rumo que este post tomou, melodrama-novela-mexicana-com-uma-pitada-de-Papuça-e-dentuça. Agora vamos a Malta, que neste momento é o único destino que importa.

Onde ficar:

Westin Dragonara: Esta era a nossa primeira opção e acabamos por trocar à última pelo Intercontinental porque nos pareceu mais central com um valor mais em conta. Honestamente não acho que tenha sido uma boa. Afinal são ambos muito centrais e este é uma opção bastante mais tranquila. Se voltar a Malta fico no Westin Dragonara.

Intercontinental: Se o objetivo for estar perto de clubs e bares este é o hotel ideal. Não sendo o objetivo há hotéis igualmente centrais que me parecem uma melhor opção. De qualquer forma, o serviço foi impecável e fomos muito bem recebidas. Os quartos deixam um bocadinho a desejar e o pequeno-almoço é OK.

O que fazer:

Visitar Rabat: Um paraíso cultural no centro de Malta. Parece um cenário de um filme em tons neutros.

Poppey village: O local onde foi gravado o filme Poppey é agora um parque temático. Vale a pena pela vista e é um programa diferente para quem não gosta de passar o dia todo na praia.

Gozo: A única forma de chegar a Gozo é de barco. Passámos a tarde na Ramla beach, que honestamente não vale a viagem. Mas para compensar acabámos o dia a passear no lindíssimo centro histórico de Gozo que nos levou até a uma praça em frente à  St. George’s Basilica onde comemos uns mexilhões deliciosos.

La Valetta: Centro histórico de Malta. Obrigatório!

As melhores praias:

Golden Bay

St. Jillians

Dividimos os nossos dias entre a Golden Bay, a única praia em Malta com um areal extenso e St. Jullians, a praia do hotel. Honestamente, as praias em Malta não são razão suficiente para fazer esta viagem. Se o objetivo for ir para um destino só de praia, não aconselho. Tem cidades muito bonitas e um clima fabuloso, as praias ficam no final da lista.

Comino (água transparente mas muita confusão): Não recomendo em época alta. A água de facto é bonita mas está tanta gente numa praia tão pequena que não acho que valha a viagem.

Onde comer: 

A cozinha Maltesa tem grande influência italiana, o que faz todo o sentido tendo em conta que os dois países estão separados por apenas 80km de Mediterrâneo.

Rampila em La Valetta (Raviolis de Trufa de cair para o lado)

The Medina em Rabat (massas deliciosas, não me lembro qual é que escolhemos mas lembro-me de ser muito muito bom!)

Terrone em Marsaxlokk (Arroz negro de cair para o lado!)

Em Gozo comemos uns Mexilhões ótimos numa praça em frente à St. George’s Basilica (Não me lembro do nome do restaurante)

Em Rabat, descobrimos uma gelataria de gelados artesanais. Chama-se Fior di Latte e tem dos melhores gelados que já provei (avelã!!).

Ao almoço comemos sempre uma refeição mais ligeira, ou na praia do hotel, ou num sítio de comida saudável perto do hotel que tinha uns wraps ótimos, Eeet Well.

O que perdemos: St. Petter’s Pool

Todas as fotografias deste post foram tiradas com o Samsung Galaxy S10.


If what brings you here is the curiosity and desire to know more about this Mediterranean island, scroll down and go straight to the point. But if you have time and want to know how I got here, then don’t stop.

I went on this trip with one of my best friends. Eventually, over dinner we decided it was time to go back to travelling together and it’s been ten years since the last time. A few months later there we were having dinner somewhere on a terrace in Malta holding a glass of wine, when we realized how much time we’ve spent together. From the stories that math can’t keep count to the many layers of our personalities that we both accept from each other. I laughed 24 hours a day for 8 days, gave in to her wishes and she gave in to mine. The co-driver of my first trips driving on the left ,and what trips they were. The co-driver that back in the day drove me through adventures into the night, with Jeffrey Campbell on my feet (yes! It happened!) and 10 € in my purse. Traveling in love is wonderful, so wonderful! But going to an island in the Mediterranean with someone who knows all your secrets, at some point in your life, might be everything you need.
I may have an idea where my next trip will take me, but I don’t know what the final destination is going to be. However, there’s one thing I’m sure of, there are people I want with me at the end of the journey, wherever it may be. And you are one of them, Rafa. I apologize for the mexican-soap opera-melodrama-with a hint of the Fox and the Hound post. Now let’s go to Malta, which right now is the only destination that matters.

Where to stay:


Westin Dragonara:
This was our first choice but we ended up switching to the Intercontinental because it seemed better located and the price was better too. Honestly I don’t think it was the best choice (The Intercontinental, I mean!). After all, they were both quite central and the Westin looked like the quieter option. If I ever go back to Malta I’m staying at the Westin Dragonara for sure!

Intercontinental: If you want to be close to clubs and bars this is the ideal hotel, if not, there are equally central hotels that seem to me like the better option. Anyway, the service was impeccable and we were very well received. The rooms aren’t so good though and breakfast is OK.

What to do:

Visit Rabat: A cultural Paradise in the centre of Malta. It looks like a neutral toned movie.

Poppey Village: Poppeye movie was filmed here, now it’s a theme park. The view is worth the visit and it’s a different plan for those who don’t like to spend the whole day at the beach.

Gozo: The only way to get to Gozo is by boat. We spent the whole day at Ramla beach, which, honestly, isn’t worth the trip. But to make up for it, we spent the rest of the day strolling through the beautiful historic centre of Gozo which took us to a square in front of St. George’s Basilica where we had delicious mussels for dinner.

La Valetta: Malta’s historic centre. A must!

The best beaches:

Golden Bay
St. Jillians

We split our week between The Golden Bay, the only beach in Malta with a long sandy area and St. Jullians, the hotel beach. Honestly, the beaches in Malta are not reason enough to make this trip. If you want to go to a beach destination, I don’t reccomend it. It has beautiful cities and a fabulous climate, the beaches are at the bottom of the list.

Comino (clear water but too crowded): I don’t recommend it during the high season. The water is indeed beautiful but there’s just too many people on such a small beach. I don’t think it’s worth the trip.

Where to eat:
Maltese cuisine has great Italian influence, which makes perfect sense given that the two countries have only 80km of Mediterranean between them.

Rampila in La Valetta (truffle raviolis to-die-for)

The Medina in Rabat (delicious pastas, I don’t remember what we ordered but I remember it was amazing!)

Terrone in Marsaxlokk (black rice to-die-for!)

In Gozo we ate some delicious mussels in a square in front of St. George’s Basilica (I don’t remember the name of the restaurant).

In Rabat, we found an artisanal ice cream place called Fior di Latte and it had the best ice creams that i’ve ever tasted (hazelnut!!).
For lunch we always went for a lighter meal, either at the hotel’s beach, or at a health food spot near the hotel that had great wraps, Eeet Well.

What we missed: St. Petter’s Pool

All pictures were taken with the Samsung Galaxy S10.

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Summer in white

“…white creates a strange dreamscape that color never can.” – Jack Antonoff

O branco está para a praia como o vestido preto está para a noite. Não compromete. Aliás, o único compromisso que o branco exige é um pacto com o prazer de não fazer nada. E-mails desligados, um livro na mala, sal no cabelo e areia nos pés. São os quatro mandamentos do compromisso do branco.

Durante esta última semana estive numa relação séria com todas estas condições, mesmo quando não usava a cor do pacto. Mas, de facto há qualquer coisa de effortless no branco. A cor da paz é também a cor da vida boémia, que todos ansiamos durante as horas de trabalho. Pele bronzeada, Fato de banho cor de nada, para desligar a mente e pisar as praias de Malta com a mesma confiança de quem veste um little black dress quando a lua troca de turno com o sol.

Portanto, se o destino é um lugar exótico há uma cor que vai ser predominante na minha mala, branco. E há um lugar onde eu a vou procurar, no El Corte Inglés.

Tenho vestido: Fato de Banho ÉNFASIS; Túnica ÉNFASIS BLACK; Mala EASY WEAR


White is to the beach like the black dress is to the night. It’s just right. And it requires some kind of commitment. It requires a pact with the pleasure of doing nothing. Get that out of the office notification in your email, a book in your beach bag, salt all over your hair and sand on the feet. These are the four commandments of the white commitment.

During this last week I was in a serious relationship with all these conditions, even when I wasn’t wearing the color. But there’s something so effortless about white. The color of peace is also the color of the bohemian life, which we all yearn for during our working hours. Tanned skin, white bathing suit, and a offline mind while you enjoy the beaches of Malta with the same confidence as you wear that little black dress when the moon changes shifts with the sun.

So if the destination is an exotic place there’s a color that will predominate in my suitcase, white. And there’s a place where I will look for it, El Corte Inglés.

I’m wearing: swimsuit ÉNFASIS; tunic ÉNFASIS BLACK; beach bag EASY WEAR

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