Mallorca travel guide

O charme do Mediterrâneo é tão arrebatador que chega a ser presunçoso! Um tom de azul seria mais do que suficiente, mas o Mediterrâneo tem aquela ambição Europeia de se aproximar mais de uma obra de arte, do que de um simples paraíso. Nos lugares mais mágicos e pitorescos, Mallorca conserva aquilo que a natureza lhe deu e não se incomoda a mudar a mobília. Aquela típica arrogância de quem sabe o que está a fazer. Não é por mal. É charme.

Mallorca,

A arquitetura tem tanto de deslumbrante como de despretensioso, em Deià as casas erguem-se pela montanha. É uma espécie de Santorini Espanhol, uma pintura muito diferente, mas igualmente deslumbrante. E o silêncio das ruas de Deià, debaixo do calor de Agosto, esse Santorini há muito que o há-de ter perdido.

No norte da ilha, Pollença, a nossa nova morada por três dias. Ficámos num hotel no centro, Can Auli. Um pequeno hotel, bem localizado, confortável e com petiscos deliciosos. Aconselharam-nos a jantar no Q11, na praça principal. Foi o ideal para provar um bocadinho da vida de Pollença. Ótimo ambiente, boa comida e uma lufada de ar fresco depois da era covid.

Can Auli Luxury Retreat Pollença, Mallorca

No terceiro dia o GPS dizia Puerto de Soller. Não tem a tranquilidade de Deià, nem o charme de Pollença, na minha opinião. Mas acredito que seja a comparação que o faz perder. É um lugar muito bonito, onde comemos muito bem! Recomendo a passagem e um jantar no magnífico Cap Roig.

Cap Roig Brasserie
Puerto de Soller

Guardámos o melhor para o fim, Deià. Ficar hospedada no Belmond La Residencia e jantar no restaurante El Olivo, é coisa de Bucket List. É a casa da avó, mas não é uma avó qualquer. É uma senhora que coleciona arte e gosta de festas tipo Gatsby. O Gatsby espanhol, versão “grannie”. Esta avó não existe claro, mas eu não consigo parar de imaginá-la. A grandiosidade da envolvente e o serviço exímio, contrastam com a simplicidade da experiência. O luxo é quase imperceptível. Está na paisagem assombrosa, nos ingredientes frescos e deliciosos e em peças de arte espalhadas pelo hotel, camufladas num ambiente familiar. O foco está realmente nas coisas simples e importantes. Fizeram-nos sentir em casa. E que casa!

El Olivo, Belmond La Residencia

El Olivo

Onde Ficar / Where to stay:

Pollença – Can Auli Luxury Reatreat

Puerto de Soller:

Marcámos a viagem com pouca antecedências e ficámos no Hotel Bikini Island and mountain, que é muito bem localizado e a relação preço-qualidade é justa. Mas se estiverem dispostos a gastar mais um bocadinho e se estiver disponível, acredito que o Jumeirah Port Soller será uma melhor opção.

We booked the trip on the last minute so we ended up staying at the Bikini Island & Mountain Hotel. Amazing location and good price/quality. But if you are ok with spending a bit more and if you find availability, I think Jumeirah Port Soller is a better option.

Deià

Belmond, La Residencia

Localização que perdemos e queremos voltar para conhecer // Location we missed and we’d love to come back to visit: Valldemossa

Restaurantes/ Restaurants:

El Olivo (Deià); Es Raro des Teix (Deià); Ca’s Potro March (Deià at the beach)

Q11 (Pollença); 365 (Pollença)

Cap Roig (Soller) Can Ribes (Soller) Ses Oliveres (Soller)

Beach:

Formentor; Deià; Cala Llombards, Cala des Moro (don’t go there in August!); Cala Agulla, Cala Mondragó; Cala Figuera.

This post will be translated asap.

Zanzibar

At the end of the day, the sky put up a show for us with a thousand shades of different colors. And so we danced to the sound of our fast beating hearts, drinking mojitos and kissing slowly.

Fecha os olhos e descreve o lugar onde gostavas de os abrir. Não precisei de ouvir uma palavra para saber que a descrição é uma praia no norte de Zanzibar. E esse foi o nosso destino final quando o avião rumou a sul, à procura de tréguas do frio de Janeiro. E não há mal nenhum, pelo menos para mim, em sonhar com um Hotel Zuri que se inclina por uma encosta até ao azul turquesa do mar. E não querer sair de lá… Mas a paragem foi curta. Os primeiros dois dias foram a sudoeste de Zanzibar e os que os antecederam, que mais tarde contarei noutra história, foram em território continental, Tarangire e Lake Manyara na Tanzânia, onde o leão é (mesmo!) o Rei da Selva.

Unguja em suaíli, língua oficial da Tanzânia, é o fundo de ecrã dos nossos sonhos de Inverno. E a recompensa que todos merecemos receber depois de dias de trabalho. Mas para mim, Zanzibar é o pôr do sol mais bonito que vi, com o espetáculo de cores incrível, que só pode ser apreciado devidamente com um mojito na mão. A lua de mel que vivi sem me casar e os mais felizes blues de Janeiro.

Mas vamos ao que interessa, porque eu sei que vocês vieram aqui à procura de dicas:

Onde Ficar

Zuri Hotel
1000 vezes Zuri! Acho que a descrição em cima e as fotografias são razão suficiente. Mas, acrescentando, fomos muito bem recebidos e o hotel é de cortar a respiração. No geral acho que em África não se come muito bem, mas de todos os hotéis onde estivemos este foi onde comemos melhor! (BTW As stories que publiquei com um concerto na praia são lá!)

The Residence (Não vale o dinheiro que se paga)
Viemos aqui parar porque queríamos conhecer duas partes diferentes da ilha. O Residence não é um mau hotel, é bom, mas não é soberbo como diz no booking. O valor por noite é equivalente ao do Zuri e está muito longe de ser um hotel como o Zuri. Apesar de termos ficado num quarto com piscina, achámos o quarto fraco, mal decorado, gigante mas pouco acolhedor.

As Melhores Praias

As melhores praias são, sem dúvida no norte de Zanzibar. As praias no sul são muito bonitas, mas até às 14h não se consegue entrar no mar porque a maré está muito baixa (mesmo muito baixa). Quando estivemos no sul aproveitámos a piscina de manhã e à tarde fomos para a praia e o pôr do sol mais bonito que vimos foi deste lado da ilha. Não acho que deva ficar de fora numa ida a Zanzibar, mas é no norte da ilha que estão as praias do desktop. A ter em conta: Do Residence ao Zuri são 2 horas de carro.

Como Chegar A Zanzibar

Avião: Voámos de Arusha para Zanzibar, depois voámos diretamente para o Kilimanjaro para apanhar o voo internacional. Mas há um aeroporto internacional na ilha, portanto existem companhias a voar directamente para Zanzibar.

A visitar: Stone town Zanzibar

Obrigatório Levar Na Mala

  • Repelente, repelente e repelente.
  • Protetor 50, o sol em África é implacável.
  • Uma boa farmácia. Ir à consulta do viajante nestas viagens é indispensável, até porque a vacina da febre amarela é obrigatória e tem de ser tomada 10 dias antes da viagem. Deixo-vos o link para as opções de centros de vacinação na zona Norte.

    Outras dicas
  • Marcámos transfers com os hotéis. É certo que é sempre mais caro e, no geral, dizem que Zanzibar é um sítio seguro, mas não nos sentimos confortáveis para chamar um táxi ou para alugar carro. Até porque existem polícias pela ilha a parar os carros para pedir dinheiro… O que não me transmite muita confiança.
  • É preciso um visto para entrar em Zanzibar.  Link para visto aqui.

Boa viagem!
Prometo que o post do Safari está para breve


Close your eyes and describe that one place where you’d rather be opening them. I didn’t need to hear one word to know that the description is a beach on the north of Zanzibar. And that was our final destination when the airplane headed south, looking for truce from the January cold. And it’s ok, at least for me, to dream about a Zuri Hotel that leans down a slope until it reaches the turquoise sea and not wanting to leave… but we didn’t stay for too long. The first two days were in south-west Zanzibar and the ones that preceded, that I will tell in another story later, were in continental territory, Tarangire and Lake Manyara in Tanzania, where the lion (really) is the King of the Jungle.

Unguja in Swahili, the official language of Tanzania, is the background of our Winter dreams. And the reward we all deserve after long days at work. But to me Zanzibar is the most beautiful sunset I’ve ever seen, with an incredible show of colors that can only be properly appreciated while holding a mojito. The honeymoon I’ve lived without getting married and the happiest January blues ever.

But lets skip to what really matters because I know you came for the tips:

Where To Stay

Zuri Hotel
1000 times Zuri! I think that the description and the pictures above might enough. But, to top it off, we were incredibly welcomed and the hotel is breathtaking. In general, I think in Africa you don’t get to eat very well, but from all the hotels we have been, this one was the best! (BTW the stories I posted about a concert on the beach are there!)

The Residence (Not worth the money)
We stayed here because we wanted to visit two different parts of the island. The Residence is not a bad hotel, it’s good, but it’s not superb, how it said on booking.com. The price per night is pretty much the same as Zuri and it’s far from being as great as Zuri. Although we stayed in a room with a pool, we found it mediocre, poorly decorated, huge but not very cosy.

Best Beaches 

The best beaches are,  no doubt, in the north of Zanzibar. The southern beaches are really beautiful but before 2pm you can’t swim because the tide is really low (LIKE really, really low). When we were in the south we enjoyed the pool during the morning and in the afternoon we went to the beach. Actually the most beautiful sunset we saw was on this side of the island. I don’t think this part of the island should be left out on a trip to Zanzibar, but it’s in the north of the island that the desktop beaches are. To be considered: from The Residence to Zuri are 2 hours by car.

How To Get To Zanzibar

By plane: We flew from Arusha to Zanzibar, then we flew directly to Kilimanjaro to take the international flight. But there is an international airport on the island, therefore there are companies flying directly to Zanzibar.

To visit: Stone town Zanzibar

Required To Take

  • Repellent, repellent and repellent.
  • Sunscreen 50, the sun in África is relentless.
  • A good pharmacy. To go to a travel health appointment really is necessary, the yellow fever vaccine is mandatory and has to be taken 10 days before the trip.

    Other tips
  • We booked transfers with the hotels. It’s always more expensive, in general. They say Zanzibar is a safe place, but we didn’t feel comfortable to call a cab or to rent a car. Specially because there were police officers along the island stopping cars and asking for money… That didn’t make me feel very safe.
  • You will need a visa to get in Zanzibar. 

Safe travels!
I promise the Safari post is coming soon!

Cappadocia

We should all wake up one day and go see a sky full of balloons.

Há um lugar no mundo, onde as pessoas se levantam de madrugada para voar de balão. Cappadocia na Turquia, a pouco mais de uma hora de avião de Istanbul, o céu enche-se de cores de madrugada, para encher a vista aos sonhadores, aos que procuram saciar as lentes das suas cameras e aos que querem encher a memória de recordações.

A alvorada é antes do céu nos dar a benção da sua luz, bem antes! Isto porque não queremos perder a oportunidade de ver um manto de cores a encher-se de ar no chão, no meio de terras desconhecidas, com relevos peculiares. Mas o ex-libris desta viagem, o que nos deu força para sair da cama quando os anjos ainda dormem, é o privilégio de voar durante a aurora. Naqueles minutos em que o céu se enche de cores e nos faz sentir num espectáculo que faz concorrência aos frescos do Vaticano. Uma festa de cores no céu, oferecida pela natureza e uma plateia de balões, para ver este lugar composto essencialmente por rochas peculiares, cuja melhor vista, aparentemente, é a que se vê em cima de um cesto.

Se voar sobre a Capadocia está na tua bucketlist, tenho algumas recomendações a fazer, aqui vão elas

  • Como chegar a Cappadocia? Fazer escala em Istambul e voar para o aeroporto de Nevsehir. Marcar um transfer para ir do aeroporto até à Cappadocia.
  • Uma noite na Cappadocia é mais do que suficiente. Mas há quem aconselhe duas noites, por algumas razões. Se estiver vento, não vais poder fazer a viagem de balão e indo duas noites há mais probabilidade de conseguires voar num dos dias. Além disso, há quem diga que a vista de baixo, com os balões no ar vale a pena o dia extra na Cappadocia. Se quiseres ver caves e rochas peculiares, não só na viagem de balão, mas fazer uma visita a alguns destes sítios, então faz todo o sentido as duas noites.
  • Vais querer tirar fotografias e fazer vídeos enquanto estiveres em cima do balão. Faz tudo isso, mas depois guarda o telemóvel e enjoy the ride 🙂
  • Marca o balão com antecedência. Envia um e-mail para o hotel onde vais ficar a pedir ajuda nesse sentido. O valor normal e aceitável para fazer a viagem de balão com 12 pessoas é 180€. Há empresas a cobrar 400€ por balões com 24 pessoas e não faz sentido. A companhia de balões com que voei foi a Kapadokia Ballons experiência foi ótima!

Onde Ficar

Museum Hotel
Honestamente este hotel foi muito importante para tornar esta experiência ainda mais maravilhosa. O hotel parece saído de um filme, os quartos são caves intocadas, com a forma natural que a natureza lhes deu. A vista é assombrosa e o pequeno-almoço é provavelmente o melhor pequeno-almoço que comi num hotel.

O Que Visitar

Monks Valley
Devrent Valley
Soganli Valley
Vila Cavusin

Onde Jantar

Lil’a
Este é o restaurante do hotel. Não é muito o meu género, estar fora de casa e não sair do hotel, mas como o hotel é de facto tão maravilhoso acabámos por querer experimentar o restaurante do hotel. Bom, mas o pequeno-almoço é melhor!


There’s a place in the world where people get up in the morning to fly on a balloon. Cappadocia, in Turkey, just one hour away from Istanbul, by plane. The sky looks more colorful than ever to fill the eyes of dreamers, to those who seek to indulge the lenses of their cameras and those who want to keep this beautiful memory in minds forever.

The break of dawn starts even before the sky blesses us with its light! And we don’t want to miss the opportunity to see the the baloon full of colors getting filled in the middle of unknown lands, with peculiar mountainous reliefs. But the ex-libris of this trip, the one thing that gave us the strength to get out of bed while the angels were still asleep, was the privilege of flying during the dawn. During those minutes when the sky gets filled up with colors and makes us feel like we’re part of a show. A show so good  that the Vatican frescoes might get jealous. A party of colors happening in the sky above us, offered by nature and an audience of balloons, to see this place essentially made from peculiar rocks, where the best view, apparently, can be seen from above, up in the air while riding a balloon.

If flying above Cappadocia is on your bucketlist, I have some recommendations on what to do, here they go

How to arrive in Cappadocia? Stopover Istanbul and fly to Nevsehir airport. Book a transfer to go from the airport to Cappadocia.
One night in Cappadocia is more than enough. But some people recommend two nights, for several reasons. On windy days it won’t be possible to do the balloon trip so, if you go for two nights there will be a better possibility for you to make the trip on one of those days. Besides that, some people say that the view from below, with all the balloons flying, makes that one extra day in Cappadocia worth it. If you want to see the caves, and peculiar rocks and not just the balloon ride, then it makes perfect sense to stay for two nights.
You’ll want to take photos and videos while you’re on the balloon. Do all that, but then put your phone away and enjoy the ride ☺
Book the balloon in advance. Send an email to the hotel where you’re staying to help you you with this. The usual price, and an acceptable one, for the balloon trip with 12 people is 180€. There are some companies charging 400€ for one balloon with 24 people and that makes no sense! The company I flew with was Kapadokia Ballons and the experience was amazing!

Where To Stay

Museum Hotel
Honestly, this hotel was very important to make this experience even more wonderful. The hotel looks straight out of a movie, the bedrooms are untouched caves, with the natural form that nature gave to them. The view was astonishing, and the breakfast is probably the best breakfast I have ever had in a hotel.

To Visit

Monks Valley
Devrent Valley
Soganli Valley
Cavusin village

Dine At

Lil’a
It’s the hotel’s restaurant. Usually I’m not this kind of person, you know, those that won’t leave the hotel. But as the hotel was so wonderful we ended up wanting to try the restaurant. Well, it was ok! But breakfast was wayyy better!

Madeira

My memory is full of wild forests in a thousand shades of green, and my heart is craving more adventure.

No meio do oceano Atlântico existe um pedaço de terra que conserva alguns dos segredos da natureza mais bonitos que conheci. As imagens não deixam margem para dúvida, estou a falar da  ilha da Madeira, situada no arquipélago da Madeira, em paredes-meias com as irmãs Porto Santo e ilhas desertas.

Esta foi sem dúvida uma das viagens mais bonitas que já fiz, e não sei porque é que demorei tantos anos a pisar este paraíso português rodeado de mar. O Atlântico enche-nos as medidas em todos os recantos da ilha, com encostas íngremes que nos fazem sentir pequenos e vencidos pela natureza. Há um respeito pelos ingredientes que não se perdeu, a comida sabe essencialmente ao que vem da terra e do mar. E esta preservação estende-se a todas as áreas, a natureza gaba-se de ter nascido em terra fértil, com condições atmosféricas favoráveis. Tão favoráveis que a floresta Laurissilva sobreviveu à idade do gelo, escondida entre encostas que a protegeram com bravura, num microclima privilegiado que sempre jogou do lado da natureza.

Foi precisamente esta envolvência com a Natureza que tornou a viagem tão especial. Começámos por descer de teleférico com uma vista assombrosa para almoçarmos no Fajã dos Prades. Durante a tarde o cenário foi o Cabo do Garajau, em cima duma prancha de paddle, com uma plateia de caranguejos coloridos. Nos dias que se seguiram vestimo-nos de florestas, caminhando lado a lado com as Levadas. Acordámos para ver o nascer do sol do topo do Pico do Areeiro e deixem-me dizer-vos, o sol nunca tinha nascido tão bonito para mim. Perdemos o ar com a profundeza do Atlântico, só de o ver do topo das encostas. Provámos a poncha e o melhor prego do mundo, servido em bolo do caco, e percebemos que tudo sabe melhor servido neste pão madeirense. Descemos nos carros de cesto porque a tradição assim manda e prometemos voltar, porque esta ilha é boa de mais para perder de vista.

O Que Fazer

Vêr o nascer do sol do Pico do Areeiro (Hit the Road Madeira)

Fazer uma Levada com a Adventure Kingdom (fiz a Levada do Alecrim)

Paddle no cabo do Garajau (Com a Around Freedom)

Subir o teleférico do monte para ir ao jardim Tropical

Descida nos carros de cesto

Visitar a old Town do Funchal e ir ao mercado dos lavradores provar todos os maracujás madeirenses

Visitar Câmara dos Lobos

Deixo-vos aqui o meu programa completo

Sábado, 20 de Julho 2019

Manhã|| Pequeno-almoço no hotel & manhã Livre
12H00|| Almoço na Fajã dos Padres
15H00|| Pick up no Hotel para experiência de Stand up Paddle
20H30|| Jantar na Estalagem da Ponta do Sol

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Domingo, 21 de Julho 2019

06H00|| Pick up no hotel para Sunrise Jeep Tour com pequeno-almoço saudável incluído
12H00|| Almoço na Quinta do Furão e regresso ao hotel
Tarde Livre*
19H30|| Jantar no The Dinning Room na Quinta da Casa Branca

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Segunda-Feira, 22 de Julho 2019

Manhã|| Pequeno-almoço no Hotel
09H00|| Pick up para levada com Adventure Kingdom com picnic incluído
17H00|| Regresso ao hotel
20H00|| Jantar no Restaurante Nini Design Centre

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Terça-Feira, 23 de Julho 2019

10H15|| Transfere para o teleférico
10H30|| Subida no Teleférico para o Monte
11H00|| Visita ao Jardim Tropical Monte Palace
12H30|| Almoço no Pátio das Babosas + Descida nos carros de cesto
Passear pelo Funchal*

*Convidada pela Associação de Promoção da Madeira.


In the middle of the Atlantic Ocean there’s a land that holds some of the most beautiful secrets of the nature. The pictures above leave no room for doubt, I’m talking about Madeira island, situated in the archipelago of Madeira, among its sisters, Porto Santo and deserted islands.

This was undoubtedly one of the most beautiful trips I’ve ever made, and I don’t know why it took me so many years to set foot in this Portuguese paradise surrounded by sea. The Atlantico amazes us in every corner of the island, with steep cliffs that make us feel small and overcome by nature. The respect for the ingredients has not been lost. Meaning the food tastes essentially like what comes from land and sea. And this preservation is extended to all areas. Nature was lucky to be born in this fertile land, with such auspicious conditions. Conditions are so good that the Laurissilva forest survived the ice age, hidden between cliffs that bravely protected it, in a privileged microclimate that has always played on nature’s side.

It was precisely this involvement with nature that made the trip so special. It started with a small trip in the cable car with amazing views to have lunch at Fajã dos Prades. In the afternoon the scenery was Cabo do Garajau over a paddle board with an audience of colorful crabs. In the following days we surrounded by forests, walking side by side with the Levadas. We woke up to see the sunrise from the top of Pico do Areeiro and let me tell you, the sun had never risen in such a beautiful way for me. The deepness of the Atlantic was breathtaking even when we didn’t dive in. We tried poncha and the best prego no pão in the world, served in Bolo do caco, and realized that everything tastes better when served in this Madeiran bread. We went down the road in the carros de cesto because tradition says so and we promised to return, because this island is too good to lose sight of.

What To Do

Sunrise from Pico do Areeiro (W/ Hit the Road Madeira)

Walk a Levada w/ Adventure Kingdom (I’ve done Levada do Alecrim)

Paddle at cabo do Garajau (w/ Around Freedom)

Go up Teleférico do monte (cable car) and visit Jardim Tropical

 Go down the road in the traditional “Carros de cesto”

Go to Funchal old Town, visit the Lavradores market and try every different kind of passion fruit there is in Madeira

Go to Câmara dos Lobos

*invited by Associação de Promoção da Madeira.

Malta w/ Galaxy S10

“Age is irrelevant. Ask me how many sunsets I’ve seen, hearts I’ve loved, TRIPS I’VE TAKEN, or concerts I’ve been to. That’s how old I am.”
– Joelle

Se o que te tráz aqui é a curiosidade e vontade de saber mais sobre esta ilha do mediterrâneo, aconselho-te a fazer um scroll down e ir direto(a) ao assunto. Mas se vieste com tempo e quiseres saber como é que vim aqui parar, então não pares neste ponto final.

Fiz esta viagem com uma das minhas melhores amigas. Eventualmente, durante um jantar decidimos que estava na hora de voltarmos a viajar juntas e já lá vão dez anos desde a última vez. Uns meses depois, já jantávamos algures numa esplanada em Malta com um copo de vinho na mão, quando nos apercebemos do tempo que passámos juntas. Das histórias cuja matemática já lhes perdeu a conta, da quantidade de camadas que existe em cada uma de nós e que cada uma aceita da outra. Ri-me 24h por dia durante 8 dias, cedi às vontades dela e ela cedeu às minhas. O co-piloto das minhas primeiras viagens a conduzir pelo lado esquerdo, e que belas viagens. Que noutros dias me pilotou aí por essas aventuras noite adentro, de Jeffrey Campbell nos pés (sim! Aconteceu!) e 10€ na carteira. Viajar apaixonado é maravilhoso, tão maravilhoso! Mas ir para uma ilha no mediterrâneo com alguém que sabe todos os teus segredos, numa determinada altura da tua vida, há-de ser tudo o que precisas.

Até posso ter uma ideia de onde será a minha próxima viagem, mas não sei qual é o destino final. No entanto, há uma coisa que eu tenho a certeza, há pessoas que eu quero que estejam comigo até esse final de viagem, seja ele qual for. E tu és uma delas, Rafa. Peço desculpa pelo rumo que este post tomou, melodrama-novela-mexicana-com-uma-pitada-de-Papuça-e-dentuça. Agora vamos a Malta, que neste momento é o único destino que importa.

Onde Ficar

Westin Dragonara
Esta era a nossa primeira opção e acabamos por trocar à última pelo Intercontinental porque nos pareceu mais central com um valor mais em conta. Honestamente não acho que tenha sido uma boa. Afinal são ambos muito centrais e este é uma opção bastante mais tranquila. Se voltar a Malta fico no Westin Dragonara.

Intercontinental
Se o objetivo for estar perto de clubs e bares este é o hotel ideal. Não sendo o objetivo há hotéis igualmente centrais que me parecem uma melhor opção. De qualquer forma, o serviço foi impecável e fomos muito bem recebidas. Os quartos deixam um bocadinho a desejar e o pequeno-almoço é OK.

O Que Fazer

Visitar Rabat
Um paraíso cultural no centro de Malta. Parece um cenário de um filme em tons neutros.

Poppey village
O local onde foi gravado o filme Poppey é agora um parque temático. Vale a pena pela vista e é um programa diferente para quem não gosta de passar o dia todo na praia.

Gozo
A única forma de chegar a Gozo é de barco. Passámos a tarde na Ramla beach, que honestamente não vale a viagem. Mas para compensar acabámos o dia a passear no lindíssimo centro histórico de Gozo que nos levou até a uma praça em frente à  St. George’s Basilica onde comemos uns mexilhões deliciosos.

La Valetta
Centro histórico de Malta. Obrigatório!

As Melhores Praias

Golden Bay
St. Jillians
Dividimos os nossos dias entre a Golden Bay, a única praia em Malta com um areal extenso e St. Jullians, a praia do hotel. Honestamente, as praias em Malta não são razão suficiente para fazer esta viagem. Se o objetivo for ir para um destino só de praia, não aconselho. Tem cidades muito bonitas e um clima fabuloso, as praias ficam no final da lista.

Comino (água transparente mas muita confusão):
Não recomendo em época alta. A água de facto é bonita mas está tanta gente numa praia tão pequena que não acho que valha a viagem.

Onde Comer

A cozinha Maltesa tem grande influência italiana, o que faz todo o sentido tendo em conta que os dois países estão separados por apenas 80km de Mediterrâneo.

Rampila em La Valetta (Raviolis de Trufa de cair para o lado)

The Medina em Rabat (massas deliciosas, não me lembro qual é que escolhemos mas lembro-me de ser muito muito bom!)

Terrone em Marsaxlokk (Arroz negro de cair para o lado!)

Em Gozo comemos uns Mexilhões ótimos numa praça em frente à St. George’s Basilica (Não me lembro do nome do restaurante)

Em Rabat, descobrimos uma gelataria de gelados artesanais. Chama-se Fior di Latte e tem dos melhores gelados que já provei (avelã!!).

Ao almoço comemos sempre uma refeição mais ligeira, ou na praia do hotel, ou num sítio de comida saudável perto do hotel que tinha uns wraps ótimos, Eeet Well.

O que perdemos: St. Petter’s Pool

Todas as fotografias deste post foram tiradas com o Samsung Galaxy S10.


If what brings you here is the curiosity and desire to know more about this Mediterranean island, scroll down and go straight to the point. But if you have time and want to know how I got here, then don’t stop.

I went on this trip with one of my best friends. Eventually, over dinner we decided it was time to go back to travelling together and it’s been ten years since the last time. A few months later there we were having dinner somewhere on a terrace in Malta holding a glass of wine, when we realized how much time we’ve spent together. From the stories that math can’t keep count to the many layers of our personalities that we both accept from each other. I laughed 24 hours a day for 8 days, gave in to her wishes and she gave in to mine. The co-driver of my first trips driving on the left ,and what trips they were. The co-driver that back in the day drove me through adventures into the night, with Jeffrey Campbell on my feet (yes! It happened!) and 10 € in my purse. Traveling in love is wonderful, so wonderful! But going to an island in the Mediterranean with someone who knows all your secrets, at some point in your life, might be everything you need.

I may have an idea where my next trip will take me, but I don’t know what the final destination is going to be. However, there’s one thing I’m sure of, there are people I want with me at the end of the journey, wherever it may be. And you are one of them, Rafa. I apologize for the mexican-soap opera-melodrama-with a hint of the Fox and the Hound post. Now let’s go to Malta, which right now is the only destination that matters.

Where To Stay

Westin Dragonara
This was our first choice but we ended up switching to the Intercontinental because it seemed better located and the price was better too. Honestly I don’t think it was the best choice (The Intercontinental, I mean!). After all, they were both quite central and the Westin looked like the quieter option. If I ever go back to Malta I’m staying at the Westin Dragonara for sure!

Intercontinental
If you want to be close to clubs and bars this is the ideal hotel, if not, there are equally central hotels that seem to me like the better option. Anyway, the service was impeccable and we were very well received. The rooms aren’t so good though and breakfast is OK.

What To Do

Visit Rabat
A cultural Paradise in the centre of Malta. It looks like a neutral toned movie.

Poppey Village
Poppeye movie was filmed here, now it’s a theme park. The view is worth the visit and it’s a different plan for those who don’t like to spend the whole day at the beach.

Gozo
The only way to get to Gozo is by boat. We spent the whole day at Ramla beach, which, honestly, isn’t worth the trip. But to make up for it, we spent the rest of the day strolling through the beautiful historic centre of Gozo which took us to a square in front of St. George’s Basilica where we had delicious mussels for dinner.

La Valetta
Malta’s historic centre. A must!

Best Beaches

Golden Bay
St. Jillians
We split our week between The Golden Bay, the only beach in Malta with a long sandy area and St. Jullians, the hotel beach. Honestly, the beaches in Malta are not reason enough to make this trip. If you want to go to a beach destination, I don’t reccomend it. It has beautiful cities and a fabulous climate, the beaches are at the bottom of the list.

Comino
(clear water but too crowded): I don’t recommend it during the high season. The water is indeed beautiful but there’s just too many people on such a small beach. I don’t think it’s worth the trip.

Where To Eat

Maltese cuisine has great Italian influence, which makes perfect sense given that the two countries have only 80km of Mediterranean between them.

Rampila in La Valetta (truffle raviolis to-die-for)

The Medina in Rabat (delicious pastas, I don’t remember what we ordered but I remember it was amazing!)

Terrone in Marsaxlokk (black rice to-die-for!)

In Gozo we ate some delicious mussels in a square in front of St. George’s Basilica (I don’t remember the name of the restaurant).

In Rabat, we found an artisanal ice cream place called Fior di Latte and it had the best ice creams that i’ve ever tasted (hazelnut!!).

For lunch we always went for a lighter meal, either at the hotel’s beach, or at a health food spot near the hotel that had great wraps, Eeet Well.

What we missed: St. Petter’s Pool

All pictures were taken with the Samsung Galaxy S10.

Positano w/ Galaxy S10

“Positano bites deep. It is a dream place that isn’t quite real when you are there and becomes beckoningly real after you have gone.”
– John Steinbeck

Positano é um dos lugares mais bonitos onde já estive. O que por um lado facilita o meu trabalho, por outro, acresce a responsabilidade. Capturar a beleza deste paraíso na costa Amalfitana em píxel é um grande desafio. Todas as fotografias foram tiradas com o novo Samsung Galaxy S10, os créditos são todos para o Galaxy, eu só fiz o clique e uma pequena edição, nalgumas fotografias claramente nem o clique!

Mas ainda que estas imagens valham mais do que um milhão de palavras, tenho a certeza que alguns de vocês estão aqui porque precisam de dicas para este paraíso Italiano. Aqui vão elas:

Como Chegar A Positano

Voar para Nápoles, alugar um carro e aproveitar para conhecer todos os recantos maravilhosos da Costa Amalfitana. Ou apanhar um transfer direto para o hotel se o objetivo for ir só mesmo a Positano. Esta viagem de carro demora aproximadamente 90m.

Se a partida for de Roma, há um comboio rápido para Nápoles. Demora pouco mais de uma hora. O ideal é marcar com o hotel previamente um transfer para fazer a viagem Nápoles – Positano. Demora aproximadamente 90m.

Onde ficar: Hotel Villa Gabrisa, junior suite.

Onde almoçar: Ristorante Bruno e La Gambusa

Onde Jantar: Saraceno d’oro (Melhor pizza de sempre!)

De perder a cabeça: The San Pietro

Fiz esta viagem com a Bárbara Inês em Março de 2019, portanto apanhamos muitos hotéis e restaurantes fechados. Tivemos a sorte de apanhar ótimo tempo, fizemos praia e comemos super bem todos os dias. Mas a maior parte dos hotéis e restaurantes só abrem em Abril. Não foi um problema para nós porque tivemos uma experiência maravilhosa. Mas quero muito voltar!


Positano is probably one of the most beautiful places I’ve ever been. What makes my job easier on the one hand, on the other, the responsibility is huge. Capturing the beauty of this paradise on the Amalfi coast in pixel is a great challenge. All pictures were taken with the new Samsung Galaxy S10, credits are all for the Galaxy, I just clicked and edited a bit. In some pictures not even the click!

Even though these pictures are worth more than a million words, I’m sure some of you have are here because you need tips for this Italian paradise. So here they are:

How To Get To Positano

Fly to Naples, rent a car and get to know all the wonderful corners of the Amalfi Coast. Or take a direct transfer to the hotel if you just want to go to Positano. This car trip takes approximately 90m.

If the departure is from Rome, there’s a fast train to Naples. It takes just over an hour. Ideally, check with the hotel beforehand to arrange your a trip from Naples to Positano. It takes approximately 90m.

Where to stay: Hotel Villa Gabrisa, junior suite.

Have lunch at: Ristorante Bruno and La Gambusa

Have dinner at: Saraceno d’oro (Best pizza ever!)

To die for: The San Pietro

I made this trip with Barbara Inês in March 2019, so some hotels and restaurants were closed. We got lucky the weather was amazing, we got to go to the beach and get a tan. Also the food was great pretty much everywhere. But most hotels and restaurants only open in April. It wasn’t a problem for us because we had a wonderful experience anyway. But I really want to go back!

72 hours in Bangkok

In Bangkok you can have it all. Culture on the streets and glamour somewhere above the clouds, in a rooftop where they say the party is at.

Bangkok é a miúda free spirit que deixou uma pilha de louça por lavar na noite anterior, que se passeia pela casa de manhã com uma T-shirt de uma banda de rock que não conhece, com restos de maquilhagem nos olhos em forma de amêndoa e um café numa chávena natalícia que recebeu de um secret santa há 4 anos (apropriada para qualquer época do ano, apesar do “Merry Christmas” em letras gigantes). Mas é essa mesma miúda que dançou até de manhã algures num pub numa rua cheia de gente e se esqueceu do tempo. A miúda que pôs um vestido justo para subir ao rooftop de um hotel, mas rapidamente o trocou por uns Jean shorts e uns sneakers para conquistar o andar mais baixo da cidade. A rua, com um milhão de cheiros (não muito agradáveis a maior parte das vezes) cores vibrantes, sorrisos calorosos, tão calorosos quanto os 30° que nos receberam. E não, esta miúda não sou eu, esta miúda é Bangkok. É a analogia mais fidedigna que encontrei para vos descrever esta beleza imperfeita que é Bangkok.

Cá em baixo o caos, a cozinha de rua, um modo de viver completamente diferente daquilo que estamos habituados. Uma cidade muito suja, com níveis de poluição assustadores, mas uma verdadeira urban jungle de cores e inspiração.

E há outra perspectiva desta cidade asiática. Fora das ruas, perto do céu, num lado mais alto da cidade, com uma vista panorâmica para a selva de cores, os rooftops. Onde ao final do dia me perdi num milhão de luzes, num copo de vinho e conversas existenciais. Ainda na mesma realidade, mas nem sempre perto do céu, restaurantes maravilhosos, Michelin stars e outros que o são, só porque sim! Ainda que estejam guardados no segredo dos deuses.

Uma coisa é certa, esta miúda recebeu-nos como ninguém, sempre de sorriso na cara e pronta a ajudar. Nunca me senti insegura, senti-me quase sempre bem-vinda e é um lugar onde quero voltar.

Onde ficar | Where to stay

Muse Bangkok Hotel
Tranquilo, bem localizado, quartos ótimos, pequeno-almoço ok e uma happy hour num roof top com ótimo ambiente. O meu favorito! | Quiet, good location, great rooms, breakfast was ok. Happy hour on the roof top was fun! My favorite!

Lebua Tower Club
Vale a pena pela vista. | The view is so amazing it makes it worth!

Restaurantes | Restaurants

Gaggan: Cozinha indiana progressiva, 2 estrelas michelin, número 1 na Ásia pelo quarto ano consecutivo. Éramos 13 sentados num balcão, mais propriamente na mesa do chef, onde partilhamos 25 pratos deliciosos, apresentados num menu de emojis (sim emojis) com pessoas de diferentes nacionalidades. Em cada prato um milhão de sabores, a maior parte completamente fora da zona de conforto do meu palato, mas tudo isto é pouco para descrever a cozinha do famoso Gaggan Anand. A música é escolhida com minúcia, cada prato conta uma história e a determinada altura choveram purpurinas (literalmente!) Apagaram-se as luzes e quando acenderam, a acompanhar o novo prato, um banho de purpurinas. Acho que não preciso de dizer mais nada. | Progressive Indian cuisine, 2 Michelin stars, number 1 in Asia for the fourth consecutive year. There were 13 of us sitting around the counter, the chef’s table. We shared 25 delicious courses, presented in a emojis menu (yes emojis) with people from all over the world. On each dish a million flavors, totally out of the comfort zone of my palate. But this isn’t enough to describe Gaggan Anand’s cuisine. The music was meticulously thought, each course tells a story and eventually there were glittering glitters (literally!) The lights went out and when they turned them back on, so we could see the next course, there was glitter everywhere.  

Bo.lan: Sobre o Bo.lan não vos posso dizer muito porque acabámos por cancelar a nossa reserva. Confesso que tenho alguma pena, mas as críticas eram de facto muito más e era a nossa última noite em Bangkok. Não queria correr o risco de acabar a viagem com uma má experiência. | Unfortunately I can’t tell you much about Bolan because we ended up canceling our reservation. I admit I might regret it a bit, but the reviews were so bad and it was our last night in Bangkok. We didn’t want to end the trip with a bad experience.

Tom Yum Kung: Para almoçar na Khao San Road. | To have lunch in Khao San Road

Ban Chiang: Jantar despretensioso. Para comer um Pad Thai ou um fried rice. | Unpretentious dinner. To eat a Pad Thai or a fried rice.

Vertigo: Rooftop, bom ambiente, vista assombrosa. | Rooftop, cool, the view is amazing.

Gostávamos de ter ido mas não conseguimos | We’d love to go but we couldn’t make it: Jay Fai & Err.

O Que Fazer | What To Do

Visitar o Damnoen Saduak Floating Market | Visit Damnoen Saduak Floating Market

Ir beber um copo a Khao San Road à noite | Go to Khao San Road for a drink at night.

Fazer uma massagem num spa na rua (Fizemos uma foot massage no Khao San Spa) | Get a foot massage! We went to this place called Khao San Spa, but honestly they all look the same.

Visitar templos (só visitamos o Grand Palace) | Visit the temples (we only went to The Grand Palace)

China Town: Honestamente foi o sítio que menos gostei de Bangkok, muito sujo e muita confusão, mas acho que é obrigatório. | Honestly to me this is the worst place in Bangkok, so dirty and confusing, but I think it’s a must-see anyway.

Beber um copo num rooftop (Lebua ou Vertigo & Moon bar) | Go for a drink in a cool rooftop (Lebua or Vertigo & Moon bar)

Comer Pad Thai, Fried Rice, Sticky Rice com manga e comprar um saco de mangostão na rua. | Have some Pad Thai, Fried Rice, Sticky Rice w/ mango and buy a bag of mangosteen on the street.


Bangkok is that free spirited girl that left a pile of dishes in the sink last night. The girl that strolls around the house every morning wearing a T-shirt from a rock band she doesn’t know, with some make-up remnants around her almond-shaped eyes. Drinking her coffee in a xmas mug she got from a secret santa 4 years ago, but still finds it appropriate for any time of year, even if it says “Merry Christmas.

But it’s that same girl that danced until morning somewhere in a pub in a crowded street and forgot about time. The girl who put on her best dress to go to the party in the rooftop of a hotel, but quickly changed it for a pair of Jean shorts and sneakers to conquer the lower floor of the city. The street, with millions of different smells (not very pleasant most of the time) vibrant colors, warm smiles, as warm as those 30 ° you can feel in the air. No, this girl isn’t me, this girl is Bangkok. It’s the best analogy I found to describe Bangkok’s imperfect beauty. On the streets the chaos, the street food, a way of living completely different from what we are used to. A dirty city, scary levels of pollution, but a real urban jungle of color and inspiration.

And there’s a different perspective of this Asian city. Off the streets, above the clouds, on a higher side of the city, with a panoramic view to the jungle of colors, the rooftops. Where at the end of the day I lost myself in a million lights, a glass of wine and existential conversations. Still in the same reality, but not always so close to the sky, wonderful restaurants, Michelin stars and others that are kept in the secret of the gods, but are just as good.

No doubt this girl received us like no one, always with a smile on her face and ready to help. I never felt insecure and felt very welcome most of the time.

Hope to see you again, Bangkok.

Copenhagen city guide

Hygge [hoo-ga] noun
A calm, comfortable time with people you love, a complete absence of frustrations or anything emotionally overwhelming. Often enjoyed with good food and drinks, warm blankets and condellight.

Copenhaga, onde a felicidade não é o destino final, mas um constante estado de espírito. Uma felicidade simples, que se encontra nas pequenas coisas, contrastada com a adrenalina da montanha russa no centro da cidade. Sim, no meio de Copenhaga existe um parque de diversões, o Tivoli, que nesta altura está decorado para o Halloween.

É verdade, os dinamarqueses têm lições de estilo para dar ao mundo. Lojas que já conquistaram o universo e outras que merecem passar as fronteiras da Dinamarca. Mas a verdadeira demonstração deste sentido estético passeia pelas ruas de Copenhaga. O streetstyle é o melhor que vi na Europa e o que é de facto brilhante, é que ninguém me parece muito preocupado com isso.

Para os foodies, em cada esquina uma Bakery de cair para o lado, o café é surpreendentemente delicioso e por fim, mas não menos importante, os restaurantes fazem-me querer voltar amanhã.

Onde ficar | Where to stay

SP34 hotel

Podia escrever um texto com uma série de razões pelas quais adorei o hotel mas aqui está tudo o que precisam de saber: há uma happy hour todos os dias, das 17h às 18h onde servem, gratuitamente, vinho português.

I could tell you how cool this hotel is but here’s everything you need to know: They have a happy hour from 5pm till 6pm and serve Portuguese wine. I rest my case.

Pequeno Almoço | Breakfast:
Atelier September (Favorite!)
Hart bakery (best bakery!)
Lille Bakery
Mirabelle Bakery
cafe oha
Mad & Kaffe
Granola

Almoço | Lunch:
Apollo bar
Gasoline grill 🍔
John’s hotdog Deli🌭
Bæest 🍕 (& burrata! Yup! It’s that one from Netflix Ugly delicious)

Jantar|Dinner
Barr
Kødbyens Fiskebar
Amass
Ralae
Kong Hans Kælder
Noma (you have to make a reservation when reservations open. Check the next date on their website. Unfortunately we couldn’t make it because we only decided to go to Copenhagen a month ago. But we’ll go back for it!)

You must go to:
Tivoli Gardens (Amusement Park)
Christiania (it’s a Freetown in the middle of Copenhagen)
Kunsthal Charlottenborg (Art Gallery)
Nørrebro
Værnedamsvej (Paris in Copenhagen)
Louisiana museum

Tips:
Faz uma viagem de barco |Go on a boat trip
Aluga uma bicicleta, é a melhor forma de ver a cidade | Rent a bike, it’s the best way to see the city

Stores:
Mads Nørgaard
Ganni

Souvenir:
Danish ceramics

48 hours in Rome


“So if I asked you about art, you’d probably give me the skinny on every art book ever written. Michelangelo, you know a lot about him. Life’s work, political aspirations, him and the pope, sexual orientations, the whole works, right? But I’ll bet you can’t tell me what it smells like in the Sistine Chapel. You’ve never actually stood there and looked up at that beautiful ceiling; seen that…” – Sean, Good Will Hunting

A massa fresca e o gelato italiano são, por si só, razão suficiente para voar até Roma. Mas desenganem-se se acham que esse é o ex-líbris da cidade. A pasta e o gelato são a cereja no topo do bolo, mas este paraíso italiano é um verdadeiro museu. E arrisco-me a dizer, talvez o mais bonito da Europa (pelo menos, daquilo que conheço).

O Vaticano é de cair para o lado! A arquitetura e as obras expostas dentro do museu, desde as imponentes e perfeitas esculturas, aos frescos e tapeçarias, são de cortar a respiração. O enorme coliseu é tão maravilhoso quão arrepiante, afinal, tanto sangue ali foi derramado por puro entretenimento. Mas a beleza de Roma está em todos os cantos, nas fontes, na fachada das casas, nos canteiros cheios de flores, nas vespas paradas à porta de casa ou nas bicicletas que já fazem parte da decoração das ruas. Parece-me seguro dizer, que esta cidade terracotta, construída sobre o Império Romano, é uma verdadeira obra-prima.

Mas vamos ao que interessa, porque se estão por aqui o mais provável é estarem à procura de dicas. Aqui vão elas:

Onde ficar:
Hotel De’Ricci

Onde almoçar:
Roscioli
&
Osteria Fortunata

Onde jantar:
Grazia e Graziella (Trastevere)
&
Pierluigi

Visitar:
Fontana di Trevi, Coliseu, Fórum Romano, Panteão e Piazza di Spagna.

Beber um copo ao final do dia:
Trastevere

Shopping:
Via del Corso & Via Condotti

Gelato favorito:
La Strega Nocciola

Tenho vestido:
Look 1: Vestido h&m, mala Brownie Spain; sapatos Parfois, óculos de sol ysl.
Look 2: Saia e mala Brownie Spain; Top Uterque; Sapatos Parfois, óculos de sol ysl.

(A fotografia em cima não é da Capela Sistina, não é permitido tirar fotografias dentro da capela.)


Fresh pasta and Italian gelato are a really good excuse to fly to Rome. But don’t be fooled thinking these are the ex-libris of the city. Pasta and the gelato are the icing on the cake, but this Italian paradise is a museum city. I actually venture to say, perhaps the most beautiful in Europe (at least, of what I know).

The Vatican is to die for! The architecture and art work in the museum, the perfect sculptures, the frescoes and tapestries, are breathtaking. The huge coliseum is as wonderful as gruesome, after all, so much blood was spilled in there for pure entertainment. But the beauty of Rome is in every corner, in the fountains, in the facade of the houses, in the flowerbeds, in the littles vespas standing at the door of the house or the bicycles that already are part of the decoration of the streets. It’s safe to say that this terracotta town built upon the Roman empire is a true masterpiece.

But let’s get down to business, because if you’re here chances are you’re looking for tips, so here they are:

Where to stay:
Hotel De’Ricci

Have lunch at:
Roscioli
&
Osteria Fortunata

Dinner at:
Grazia e Graziella (Trastevere)
&
Pierluigi

Visit:
Vatican, Fontana di Trevi, Colosseum, Roman Forum, Pantheon and Piazza di Spagna.

Have a drink at:
Trastevere

Shopping:
Via del Corso & Via Condotti

Favorite Gelato (ice cream):
La Strega Nocciola

I’m wearing:
Look 1: Dress h&m, Bag Brownie Spain; Shoes Parfois, sunglasses ysl.
Look 2: Skirt and bag Brownie Spain; Top Uterque; Shoes Parfois, Sunglasses ysl.

(The picture above isn’t from the Sistine Chapel, it’s not allowed to take pictures inside the chapel.)

Maldives w/ Cantê

You know what they say… “It’s always summer somewhere.”

No início do mês de Dezembro viajei para as Maldivas com a equipa da Cantê (e que bela equipa!) para fotografar a nova coleção (que aqui só entre nós, está de cortar a respiração!!!). O que significa que durante os primeiros 10 dias de Dezembro a vista do escritório estava melhor do que nunca e ninguém deu por segunda-feira passar! A má notícia é que não vos posso revelar muito sobre este lugar maravilhoso. Mas assim que a nova coleção da Cantê sair será desvendado o nome da ilha e do hotel onde estivemos (acredito que será em meados de Março, mas não tenho a certeza). Até lá, vou dizer-vos o que tenho respondido quando me perguntam sobre esta viagem.

A praia tem vida, aliás, tudo nesta ilha está vivo. De manhã os caranguejos no areal, ao final do dia os morcegos da fruta no céu (mixed feelings about this one), com sorte, algures durante o dia, cruzamo-nos com uns lagartos, super goofy, com umas patas enormes. E no mar, um pouco mais tímidos, raias, tubarões e tartarugas. Não é tão fácil vê-los à volta da ilha, mas fomos recebidos por um baby tubarão assim que chegámos (I guess we got lucky!).

Apanhámos dois dias de chuva, sim, chove nas Maldivas. Mas eu adoro tempestades tropicais. Há qualquer coisa muito tranquilizante nesta harmonia entre antagonistas. Sim, a água é tão transparente como vês nas fotos. O pôr do sol é dos mais bonitos que já vi. As pessoas fazem-te sentir em casa e sorriem logo pela manhã. E a comida, (BEM! A COMIDA) é de cair para o lado! E… E o resto mais tarde será contado por quem escreveu esta história, a Cantê.

BTW A fotografia maravilhosa com o céu estrelado que aparece em cima (4ª a contar de baixo) foi tirada pelo Salvador Colaço. Eu não tenho skills para fazer uma fotografia assim!


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